O DESTINO TURÍSTICO MAIS CONCORRIDO DO MUNDO

Como a capital chinesa, Pequim será a sede dos Jogos Olímpicos, a China está em alta. Segundo a Organização Mundial de Turismo até 2020, a República Popular da China será o destino turístico mais concorrido do mundo. No Brasil, a procura por cursos de mandarim (língua oficial do país, desde 1913) já é crescente e o primeiro vôo fretado para aquele país foi lançado no ano passado.

 

Hoje, vinte anos depois da política de "reformas e abertura" do falecido Deng Xiaoping, que permitiu a volta de estrangeiros em viagens pela China, o país permanece tão misterioso como era no século 19 e os turistas, cada vez mais, se impressionam com o esplendor das maiores atrações chinesas.

A Grande Muralha teve partes reconstruídas recentemente e suas curvas sinuosas ainda deixam os visitantes maravilhados. A Cidade Proibida, no coração de Pequim e com sua imponência original, também atrai multidões de turistas todos os anos.

 

Para quem pensa em viajar para este destino, suas melhores atrações estão reunidas no "Guia Visual China", lançado recentemente pela Publifolha. Ele reúne todas as informações necessárias para se conhecer - seja a passeio ou a negócios - um dos maiores países do mundo, que concentra 20% da população do planeta, tanto na área histórica como turística.

O guia, dividido em 19 sessões regionais, que vai da moderna Pequim ao enorme planalto tibetano, traz mapas com indicações de museus, parques nacionais e monumentos históricos. Ele também oferece um "Manual de Sobrevivência" que mostra como usar transporte, telefones e correio.

A descrição de cada região começa sempre com um relato de sua história e um mapa da área. Em seguida apresenta a parte turística, que fornece mapas das cidades mais importantes. Para cada região há uma seção de informações úteis de viagem, seguida de uma lista de bares, hotéis e restaurantes recomendados.

"Guia Visual China" de Dorling Kindersley,  Editora: Publifolha tem 672 páginas e custa R$ 92,00

ESPAÇO MAIOR

Abrimos mais espaço aos nossos colaboradores, usuários e profissionais competentes, para colocar suas opiniões e suas experiências.

                     

MUDANÇA DE ARES
CRISTINA ROCHA

Comecei a trabalhar aos 17 anos em uma rede internacional de joalherias e tenho certeza de que minha paixão por turismo começou ali, já que além de jóias, eu também ciceroneava clientes VIPS para passeios turísticos, junto com a equipe de relações públicas, afinal de contas a Cidade do Rio de Janeiro, é uma jóia linda e muito rara!

Anos se passaram e depois da joalheria fui trabalhar em várias empresas ligadas ao ramo de turismo como: Cia. Aérea, eventos, agência de viagens, hotel e operadora de turismo.

No Carnaval de 1998, fiz uma viagem de trabalho para uma ilha no Caribe (Margarita) e tudo, absolutamente tudo deu errado... Chegamos ao aeroporto de Caracas e não havia ninguém nos esperando, fui de táxi (a esta altura virei guia de um grupo que nem sabia que existia!) para o hotel, que só nos recebeu depois de pagarmos um valor absurdo para passar a noite, já que a operadora não havia repassado o dinheiro para o mesmo. 

No dia seguinte foi um terror: Sem condução (transfer) de novo para o aeroporto, chegamos de táxi e o vôo estava lotado e nossa reserva havia sido cancelada devido à incompetência da Operadora. Tivemos que comprar passagens na classe executiva que era a única opção. Chegando à Isla Margarita, o hotel com superlotado ( over book)  só nos aceitou quase dez da noite (chegamos 9 da manhã!), depois de muita conversa e um pagamento absurdo, claro!

Tentei desesperadamente fazer contato com a Operadora no Rio e nada, afinal, no Carnaval, alguém funciona? Mesmo numa emergência não tínhamos com quem contar... E assim ficamos lá no Caribe, completamente órfãos durante uma semana... Na volta fomos todos ao Procon e ganhamos a causa com sucesso!

Imediatamente quando aconteceu o primeiro imprevisto e a primeira das dezenas de tentativas de contatos inúteis com o Rio, decidi ali que um dia ainda teria minha própria agência de viagens e que a mesma teria um grande diferencial funcionaria 24horas, inclusive sábados, domingos e feriados! Hoje, eu não desligo meus celulares nem para dormir!


Passaram-se dois anos e em março de 2000, dei-me de presente no meu 40º aniversário minha demissão, já muito mais experiente do que dois anos atrás e fundei a CR Turismo! Vale ressaltar que todo o grupo daquela infeliz viagem, hoje é meu cliente!

No ano passado, resolvi criar um roteiro inédito e o batizei da Viagem da
Noviça Rebelde e foi o máximo!  Saí com um grupo para conhecer o interior
da Áustria com seus lindos lagos e montanhas, indo a todos os lindos pontos onde foi filmado este clássico de Hollywood!


Você já imaginou chegar ao jardim onde foi filmada a cena dos adolescentes cantando You are sixteen going on seventeen”, com a trilha sonora ao fundo e você dançando e cantarolando como se tivesse 16 anos? Isto não tem preço...

Passeamos por toda a cidade, visitamos as casas onde foram feitas as filmagens, a ponte, os jardins e de quebra ainda visitamos o alto da montanha, descendo de teleférico onde filmaram a cena da família Von Trapp deixando a Áustria, atravessando os Alpes Suíços. Tudo isto num ônibus todo pintado com os personagens do filme e cantando sempre as musicas do mesmo. Simplesmente o máximo!

Sabe qual é o meu segredo? Acredito que o grande lance da vida não
é fazer o que você gosta e sim gostar do que você faz e eu sou apaixonada pelo meu trabalho!

Cristina Rocha é da CR VIAGENS E TURISMO www.crturismo.com, seu e-mail rochacristina@hotmail.com

 

 

OS CONSUMIDORES E OS PROBLEMAS NAS VIAGENS

ARTHUR ROLLO

Mesmo tomando todas as cautelas na hora de contratar os pacotes, não são raros os problemas nas viagens. Ainda que a empresa contratada seja idônea, que as condições tenham sido descritas com detalhes, especificando passeios e hotéis, por exemplo, uma questão ou outra acaba não saindo conforme o programado.

 

Se o consumidor deixa de fazer um passeio por culpa da empresa contratada, obviamente terá direito à devolução do valor que pagou pelo mesmo. Esse raciocínio vale para qualquer serviço que deixou de ser prestado. Ou haverá o abatimento proporcional do preço, com a devolução do valor correspondente, ou o consumidor pagará a um terceiro a fim de que o serviço seja prestado e pedirá o ressarcimento ao fornecedor.

 

A segunda alternativa é a mais vantajosa para oconsumidor, na medida em que possibilita que ele realize o passeio e usufrua do serviço sem perder nada da viagem.

 

Já vimos casos em que o consumidor chegou ao hotel e não havia quarto disponível nos termos contratados. Se isso acontece, é dever do hotel e da agência proporcionar acomodação de qualidade superior. Mas, se isso não for possível, pode o consumidor hospedar-se em hotel e acomodações equivalentes e cobrar o valor pago do fornecedor, sem prejuízo de um pedido de indenização por dano moral, dependendo das circunstâncias.

 

A responsabilidade variará de acordo com o problema verificado. Se houve a contratação de um pacote de viagem através da agência, qualquer descumprimento do que foi combinado será da responsabilidade desta, cabendo a ela, se for o caso, obter o ressarcimento perante o causador do dano.

 

Mas, se o problema foi causado diretamente pelo hotel, poderá o consumidor, se quiser responsabilizá-lo solidariamente. Em princípio, tratando-se de pacote, a agência sempre responderá em conjunto com o causador direto do dano.

 

A nosso ver as agências de viagens são responsáveis pelos prestadores de serviços que elegem. Se o problema foi diretamente causado pela agência do local da hospedagem, ainda assim será responsável a agência contratada pelo consumidor no seu domicílio porque, não fosse a indicação, a contratação não existiria.

 

Para poder exigir seus direitos, o consumidor deve primeiro, contratar detalhadamente os pacotes de viagens, exigindo aespecificação do tipo de acomodação, do nome do hotel, das refeições e dos passeios incluídos, se haverá ou não o traslado do aeroporto até o hotel, da companhia aérea contratada, etc.. Quanto maior o detalhamento, melhor.

 

A partir daí, se algo for descumprido, o consumidor terá como reclamar e, se houver a necessidade da contratação de outro prestador para desempenhar parte do serviço contratado, que não foi cumprido por culpa do fornecedor, deverá o consumidor obter os recibos, a fim de buscar oressarcimento quando voltar de viagem.

 

Primeiro, deverá buscar o ressarcimento junto à agência de viagens. Se não conseguir isso, de posse dos documentos e, eventualmente, tendo o nome de testemunhas, deverá recorrer ao Judiciário.

 

 Arthur Rollo é advogado especialista em Direito do Consumidor.

 

PALÁCIOS E TEMPLOS JAPONESES EM MAQUETES

Quinze maquetes que reproduzem templos e palácios dos séculos 5 ao 17 fazem parte de uma exposição no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, em São Paulo. As peças estão em um jardim japonês criado especialmente para a mostra. Elas pertencem ao Consulado Geral do Japão na cidade e a exposição, inaugurada em 6 de março, faz parte do calendário estadual para as comemorações da imigração japonesa.

 

Entre os destaques, está o santuário xintoísta Itsukushima, dedicado às deusas do mar, que se localiza na Província de Hiroshima. Também é nessa Província que fica o Genbaku Dome, ou Cúpula da Bomba Atômica, edifício que resistiu ao ataque de 1945 e que é preservado até hoje, em ruínas, na cidade reconstruída. Na maquete exposta no Palácio dos Bandeirantes, é possível ver que o cimento queimou e derreteu, deixando o esqueleto da estrutura de aço exposto.

 

O Castelo de Himeji (Patrimônio da Humanidade), o portal Shureinomon (que fica em Okinawa) e o templo de prata Ginkakuji, de Kyoto, também são retratados em miniaturas.

 

Além das maquetes, a exposição conta também com gravuras dedicadas aos “50 anos da Bomba de Hiroshima” (1945/1995), que reúne obras de artistas como Tomie Ohtake, Carla Petrini, Renina Katz e outros, doadas ao Acervo dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo em 1996. Há ainda cerca de 30 xilogravuras japonesas do século 17, que retratam os 50 anos em que duas cortes imperiais rivais lutaram pelo poder no Japão. São cenas de batalhas entre samurais. As obras também pertencem ao Acervo do Estado.

 

A exposição pode ser vista até 8 de junho. Todas as visitas são acompanhadas por monitores. A entrada é franca.Maiores informações: http://japao100.abril.com.br/

 

ÁGUAS DO BRASIL

O livro de fotos Águas do Brasil (Editora Terra Brasil), que está chegando às livrarias, do fotógrafo brasileiro Araquém Alcântara é a reunião de várias expedições fotográficas empreendidas por ele nos últimos anos, quando clicou todos os rios, lagos, cachoeiras, peixes, pescadores e banhistas que atraíram suas lentes entre o Oiapoque e o Chuí. Entre milhares de opções, selecionou as cerca de cento e trinta fotos que compõem o livro.

 

Com mais de 30 livros como autor e outros tantos como co-autor, desde o início dos anos 70 o artista registra com minúcia o que chama de “essência do Brasil”. Ou seja, os segredos da natureza tropical, sendo considerado pioneiro e um dos melhores fotógrafos do gênero em todo o mundo.

 

A motivação de Araquém Alcântara para compor Águas do Brasil vem de uma causa. Para deixá-lo bravo basta mencionar desmatamento, poluição ou desperdício de água. Por isso, o fotógrafo catarinense criado em Santos (SP) resolveu mostrar a exuberância das águas, em seu novo livro que inclui também a palidez das palafitas, o chão duro e dos brasileiros que vagam sob o sol do norte, cada um munido de um balde vazio.

 

Na verdade, todos os trabalhos de Araquém fogem do óbvio e denunciam a ignorância e o descaso, num protesto não-verbal e ao mesmo tempo eloqüente, repleto de ampliações, cores e detalhes generosamente expostos a partir de seu olhar crítico.

 

AGUAS DE MARÇO

SANDRO FORTUNATO

Sobre o que falar neste primeiro de março? Como todos sabem, vivo no presente, mas viajo ao passado todos os dias. Falar do Rio em seu aniversário de 443 anos? Do Rio onde nasci? Do Rio antigo, que não conheci? Do Rio de Janeuras, que não suporto? Poderia falar de uma edição de Chronicas, de Charles J. Dunlop, que acabo de comprar, e mostra fotos, fatos, gente e cousas da História daquela que um dia foi a Cidade Maravilhosa. Desde ontem, para mim, essa definição ficou mesmo enterrada no passado. Em dia de extrema violência, até o meu outrora pacato bairro de Todos os Santos viu residências invadidas, tiroteio e mortes em suas ruas. O Rio de Janeiro continua lindo… nas lembranças.

 

E nelas me refugio. Lembro de outras efemérides deste dia primeiro: nascimento de Jango, há 90 anos; falecimento de Ruy Barbosa, há 85 anos… bem à mão, as revistas Realidade do final da década de 60. O que estaria mostrando a edição de março de 1968? Na capa, um vietcong condenado à morte. Em duas matérias, a Igreja dos Comunistas – sobre a Igreja na Rússia – e os Comunistas da Igreja – sobre os sacerdotes russos que, apesar das várias proibições à religião, apoiavam o regime. Em um exemplo da perspicácia do jornalismo da época, uma matéria que se chamaria Garrincha morreu transformou-se em tributo. Obrigado , Garrincha, escrita por Roberto Freire, lembrava os altos e baixos da polêmica vida de Mané. Sobre o triste fim, uma informação que parece piada nos dias atuais: “O Corinthians, dizem, dá até de graça o seu passe”. Hoje, quanto pagaria por ele?

 

Foi em um março que The Beatles lançaram seu primeiro álbum (1963). Naquele mesmíssimo, nascia Mônica, a baixinha dentuça. Cinco anos depois, a morte do estudante Edson Luís de Lima Souto, durante confronto com a polícia, no restaurante Calabouço, no Rio, colocava fogo nos anos de chumbo e anunciava que aquele 1968 não terminaria tão cedo. Foi também em março, há dez anos, que o cínico, digo, o síndico Tim Maia, encantava-se.

 

Quantas histórias cabem em março! Que venham as águas, fechem o verão e nos tragam mais que promessas.

 

Sandro Fortunato é editor do site Memória Viva

 

VISITA À FORTALEZA DE SANTA CRUZ

A Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer quer ampliar a divulgação e visitas ao conjunto de fortes e fortalezas de Niterói, na Região Metropolitana.

 

A Fortaleza de Santa Cruz é a primeira erguida em volta da Baía de Guanabara, construída em 1555, com 41 Casamatas, distribuídas em 2 andares, que abrigam canhões seculares. Destacam-se ainda o Relógio de Sol e a Capela de Santa Bárbara datada do século XVII.

Este é o segundo lugar mais visitado pelos turistas em Niterói, perdendo apenas para o Museu de Arte Contemporânea (MAC). O local que recebe de 5 mil a 10 mil visitantes por mês, dependendo do período, chegou a ser eleito como o mais importante ponto turístico da cidade, informou o secretário Eduardo Paes.

 

Esta iniciativa servirá de ampliação de visitas turísticas a outros fortes de Niterói, como Imbuí, Rio Branco, São Luís, Gragoatá e o do Pico.

 

A fortaleza está aberta ao público de terça a domingo, no horário das 9 às 17 horas. Ela fica na Estrada Gal. Eurico Gaspar Dutra, s/nº em Jurujuba

 

 

OUTEIRO PRONTO

O Outeiro da Glória em cujo altar foi batizado o imperador D. Pedro II, passou por obras de restauro e foi reaberta à população.  

 

A Imperial Irmandade de Nossa Senhora do Outeiro da Glória foi construída em 1739 e é um exemplo da arquitetura barroca. A Igreja foi erguida no local onde foram realizadas as muitas batalhas, uma das quais foi morto o fundador da cidade, Estácio de Sá. Em 1938, a igreja foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

 

As obras de restauração abrangeram a cobertura, fachadas, muros, paramentos, forros, altares, além das talhas, calhas e sistemas elétricos.

A Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social foram seus patrocinadores.

 

 

CONSULTA DE FILMES

Antes de pegar filmes na locadora, consulte este  site feito por uma pessoa detalhista, cinéfilo há 65 anos. Clique no endereço abaixo e comprove:
http://www.65anosdecinema.pro.br/index.htm

 

“O VALOR DAS COISAS NÃO ESTÁ NO TEMPO

EM QUE ELAS DURAM , MAS

NA INTENSIDADE COM QUE ACONTECEM.

POR ISSO, EXISTEM MOMENTOS INEXPLICÁVEIS

E PESSOAS INCOMPARÁVEIS.”

FERNANDO PESSOA

 

FERNANDO PESSOA NO DOMÍNIO PÚBLICO

Muitos já ouviram alguém dizer "tudo vale a pena se a alma não é pequena", mas não sabem que estas palavras foram escritas pelo poeta português Fernando Antonio Nogueira Pessoa ou apenas, Fernando Pessoa há mais de um século. Nascido em Lisboa em 1888, morreu em 1935, aos 47 anos, vítima de problemas hepáticos. Ele  é considerado um dos maiores poetas de todos os tempos e conquistou admiradores ao redor do mundo.

Entregar-se à leitura de seus poemas é ter uma outra visão do mundo. Fernando utilizava vários heterônimos para dar voz a vários personagens de si mesmo. Para cada assinatura, uma biografia própria e até mesmo um mapa astral foram criados pelo artista português.

 

Quando assinava como Alberto Caieiro, por exemplo, Pessoa dizia se colocar no lugar de um homem sem profissão e pouco instruído, um poeta da natureza. È sob o heterônimo de Caieiro que o poeta compõe O Guardador de Rebanhos. "Há metafísica bastante em não pensar em nada. / O que penso eu do mundo? / Sei lá o que penso do mundo! / Se eu adoecesse pensaria nisso".

 

Portanto, quem quiser conhecer mais as poesias e as obras de Fernando Pessoa entre no site Domínio Público, que oferece gratuitamente também obras de importantes escritores nacionais e estrangeiros.

 

A LÍNGUA TUPI

O Brasil, com sua diversidade cultural singular, é um país fértil em palavras nascidas na língua tupi, vocábulos que provavelmente não existem em outros países lusófonos.

São palavras tidas como brasileirismos de origem tupi, outras regionais e/ou locais, como se mostram nos exemplos: capim, tajá, tiririca, samambaia, cipó, abacaxi, araçá, abiu, açaí, ananás, mandioca, aipim, macaxeira, sapé, ipê, imbuia, capeba, jucá, carnaúba, peroba, cumarú, paxiúba, cajarana, jacarandá, araticum, cipó, pitanga, maracujá, jabuticaba, jatobá, jenipapo, jerimum, maniva, tucumã, taioba, urucum, caju, capivara, quati, tatu, sagüi, urubu, sanhaçu, pipira, araponga,
urubu, curió, sabiá, caboré, curica, jaçanã, jacamim, socó, caninana, cutia, cutiara, guariba, tracajá, maracajá, jaguatirica, paca, pacu, jacaré, tambaqui, surubim, bodó, cará, curimatã, sarapó, jacundá, jundiá, lambari, mandim, mapará, piaba, piau, pirarara, pirarucu, piranha, piranambu,
tambaqui, traíra.

Jane de Castro Nogueira, Professora do Departamento de Letras da Universidade Federal do Acre, desenvolveu, durante a realização de
sua dissertação de mestrado, um estudo sobre o legado da língua tupi na flora e fauna acreanas. Em suas palavras, "descrever o legado tupi é uma forma de ter uma maior compreensão da comunidade regional e, assim, abrir uma trilha para que outros estudiosos retomem e alarguem esta tarefa que não se esgota aqui, e leguem às futuras gerações dados que podem se perder no tempo, por força do rolo compressor do chamado "progresso".

O estudo faz uma descrição de palavras da flora e da fauna acreana,
com verbetes abonados com fragmentos colhidos no uso corrente e
dispostos por campos semânticos ou idéias afins: flora alimentícia, medicinal, madeireira, artesanal e silvestre...Para ler o artigo na íntegra, visite o link abaixo:

http://ambienteacreano.blogspot.com/2008/03/o-legado-tupi-na-flora-e-na-\ fauna.html

 

ACERVO DE PINTURAS RUPESTRES AMEAÇADO

O Parque Nacional da Serra da Capivara, localizado a 540 quilômetros de Teresina (PI), tem mais de mais de140 mil hectares e é conhecido mundialmente por abrigar a maior quantidade de pinturas rupestres (feitas pelos ancestrais do homem em cavernas) das Américas. É também uma das poucas reservas florestais preservadas no país, além de ser importante pólo de turismo. No entanto todo esse patrimônio está ameaçado por falta de recursos.

 

Quem cuida dele é a arqueóloga francesa Niède Guidon de 74 anos, que começou a fazer pesquisa lá em 1973. Na ocasião, ela era professora em Paris (França) e vinha nas férias, com seus alunos, para fazer esse trabalho. Foi assim que se descobriu a quantidade imensa de sítios arqueológicos e daí, foi criado o parque nacional em 1979. Como o Ibama [Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] não tinha nenhum funcionário para cuidar do Parque, começou a depredação. Em 1991, o governo brasileiro solicitou à França que Niède viesse emprestada para coordenar os trabalhos visando a proteção do parque nacional.

 

Para a arqueóloga o parque hoje é o que tem a melhor estrutura da América. No entanto, mais uma vez sua manutenção está ameaçada. Ela afirma que a situação é caótica, e que o 13º salário dos funcionários foi pago com um empréstimo pessoal que fez.

Niède disse que está tendo que demitir os últimos funcionários. “Nós tínhamos 270, hoje temos 84, dos quais 62 estavam com aviso prévio para o dia 31 de janeiro. O parque tem 28 guaritas, todas elas tinham funcionários para fazer a vigilância, impedir caçadores, incêndios, e agora nós já estamos há cinco meses com 20 guaritas fechadas e vamos ter que fechar as oito últimas”, afirmou. Para manter todos os funcionários e toda a proteção e conservação são necessários R$ 400 mil por mês.

 

Desta forma, todo este imenso patrimônio brasileiro e da humanidade, e tudo o que foi construído lá dentro, cerca de US$ 15 milhões, as guaritas todas, elas mobiliadas com sistema de rádio, mais de 400 quilômetros de estradas mantidas, 128 sítios com todo o sistema para permitir a visitação, com passarelas, com tudo, vão ficar completamente sem manutenção, sem proteção.

 

Até agora, o Parque sobreviveu graças as doações da Petrobrás. Mas, para ela continue fazendo estas doações é preciso a autorização do Ministério da Cultura.

 

-“E, infelizmente a burocracia é imensa, tem que estar pedindo a renovação dessa autorização, nós pedimos em março de 2007 e até hoje não foi publicada, então a Petrobras tem recursos para nos passar e não pode”, disse Niède.

 

Está sendo construído um aeroporto internacional. Quando este estiver pronto, assim como hotéis, a expectativa é de receber 3 milhões de turistas por ano, segundo estudo feito por uma firma suíça.

 

Se não ajudar, o governo brasileiro perderá todo um patrimônio cultural dos primeiro povos que viveram aqui, pois este é o sítio mais antigo que nós temos nas três Américas.

Fonte: Agência Brasil, artigo de Irene Lobo

 

LEITURAS RECOMENDADAS

 

VIAGENS DE DESCOBRIMENTO – TRÊS SÉCULOS DE EXPLORAÇÕES E HISTÓRIA NATURAL

Esta publicação reúne 340 deslumbrantes ilustrações, sendo a maior parte inéditas, pertencentes ao acervo do Museu de História Natural de Londres.

 

Estas foram realizadas por artistas que acompanharam as expedições pioneiras, como Charles Darwin e James Cook, mas revelam também personagens menos conhecidos, porém igualmente importantes, como Alfred Russel Wallace e Henry Walter Bates, grandes colaboradores da teoria da evolução. 

 

Ela apresenta uma pequena amostra criteriosamente selecionada do material produzido durante o processo de reconhecimento do mundo natural pela ciência européia. Os textos que acompanham estas imagens revelam proezas de homens e mulheres que, por meio da observação e da habilidade artística, ampliaram os limites do conhecimento de sua época.

 

A existência desta obra e a fonte inesgotável de documentos na qual ela se baseia se devem à visão do governo britânico no final do século XVIII, e ao acervo do viajante Hans Sloane. Uma de suas coleções mais significativas foi reunida durante sua primeira viagem à Jamaica, que trouxe à humanidade não só o chocolate ao leite como um relato detalhado da história natural da ilha, ilustrado por um artista nativo, o Reverendo Garret Moore. Antes de falecer, Hans Sloane doou suas coleções ao Governo Britânico, dando origem ao Natural History Museum de Londres e iniciando sua fabulosa coleção de mais de 68 milhões de espécimes.

 

Uma das histórias fascinante que o livro apresenta é a da ilustradora Maria Sybilla Merian, que em 1699 foi ao Suriname a fim de realizar uma série de desenhos sobre a metamorfose das borboletas, incluindo as plantas hospedeiras de larvas. Tal era a qualidade de suas ilustrações que, quando o consagrado naturalista sueco Carl von Linné preparou seu livro descrevendo todos os animais então conhecidos pela ciência, incluiu as espécies registradas por ela.

 

O autor de Viagens de Descobrimento, Dr. Tony Rice, apresenta manuscritos e originais em grande parte desconhecidos do público brasileiro e internacional, nomeando as circunstâncias nas quais todo esse acervo foi coletado, pintado, classificado e descrito, antes de compor as ricas coleções do Museu de História Natural de Londres.

 

Rice é Doutor em biologia marinha pela Universidade de Leverpool, trabalhou muitos anos no The Natural History Museum, em Londres, por onde se aposentou. Atualmente é consultor ambiental na Inglaterra e tem se dedicado a escrever livros, já tendo publicado mais de 200 artigos e livros.

 

A introdução da edição brasileira é assinada pela pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, Lorelai Kury, doutora em Histoire Et Civilisations pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales, na França e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

 

Viagens de Descobrimento – três Séculos de Explorações e História Natural — Dr. Tony Rice Tradução dos textos: Flavia Carneiro Anderson Tradução das legendas: Fernanda Schnoor Introdução à edição brasileira: Lorelai Kury

Andrea Jakobsson Estúdio  tem 340 páginas, 340 ilustrações, R$ 120.00.

Patrocínio: Banco BBM

 

O CONQUISTADOR

 Muito antes de Colombo, os astecas criaram no México uma civilização rica e poderosa, com belíssima arquitetura, vastos conhecimentos de astronomia e matemática e um sistema político, religioso e militar articulado e eficiente, que dominava toda a região. No século XV, sua capital, Tenochtitlan, tinha 200 mil habitantes e fora construída num lago a 4.000 metros de altitude, com ilhas ligadas por pontes e canais, como uma Veneza artificial, dotada de sistema de água e esgoto e inexpugnável. Em muitos campos científicos, sua cultura e prática estavam séculos à frente da dos europeus.

 

Nesse tempo, Lisboa tinha 60 mil habitantes, uma média de dois banhos por ano, as ruas eram imundas de dejetos, o povo era pobre, assolado pelo frio, pela fome, pelas pestes e pelas guerras.

 

Em 1480, um sábio asteca concluiu, observando os astros, que a Terra era redonda. Construiu uma grande embarcação, cruzou o Atlântico com uma tripulação de oito homens e descobriu a Europa. E se horrorizou com a sujeira, os corpos ardendo nas fogueiras da Inquisição, as guerras e as doenças devastadoras, por um Deus ávido de sangue. Eram uns bárbaros, concluiu o asteca. E voltou para casa convencido de que, cedo ou tarde, os fedorentos chegariam ao México com suas caravelas e canhões, atraídos pelas lendas de ouro e riquezas.

 

A melhor estratégia era conquistá-los e civilizá-los antes que eles o fizessem, ele adverte o imperador, pedindo-lhe uma esquadra e um exército para a invasão. Os bárbaros tinham um fabuloso animal bélico, o cavalo. E uma prodigiosa invenção que os levava a toda parte: a roda.

 

Como seria o "Novo Mundo" dos astecas na velha Europa? É o eletrizante enredo do romance "O Conquistador", do argentino Federico Andahazi.

 

O texto acima é de Nelson Motta no site sintonia fina.

 

AGENDA
(Não nos responsabilizamos por mudanças de datas, horários ou se houver greve de funcionários nos eventos aqui citados. Apenas divulgamos os e-mails recebidos.)

 

CENTRO CULTURAL INDIANO HIMALAIAS

Com proposta inédita que une decoração, moda, culinária, aulas de yoga, roteiros turísticos entre outras atividades, o local é o espaço ideal para os interessados em conhecer e se aprofundar sobre a fascinante e milenar cultura indiana. O complexo é composto pelos restaurantes Swadisht (Indiano) Asian Spice (Multi-asiático)e o Lótus Indo- Japonês.

Está sendo exibida a exposição fotográfica “Hindustan”, composta por imagens que retratam a beleza dos mais famosos cartões postais e cenas cotidianas da Índia atual, sob o olhar do terapeuta indiano e proprietário do Centro, Munish Sood, também conhecido por Nirav (seu nome espiritual).

Centro Cultural Indiano Himalaias fica na  Al. Júlia da Costa, 1643 – Bigorrilho, Curitiba.   Tel: 41 3022-7468 Seu funcionamento é de: Segunda a Sexta-feira das 9 às 19 horas e Sábados das 9 às 13 horas.


TEATRO

WEST SIDE STORY
Essa primeira montagem teatral brasileira de West Side Story, o musical que revolucionou a Broadway, traz Fred Silveira (Tony), Bianca Tadini (Maria) e Sara Sarres (Anita), como protagonistas de um elenco formado por 42 atores em cena e 24 músicos na orquestra. O espetáculo fará curtíssima temporada, com 100 apresentações, permanecendo em cartaz no Teatro Alfa até julho de 2008.

 

Com música de Leonard Bernstein, letras de Stephen Sondheim, texto de Arthur Laurents e baseado na premiada coreografia de Jerome Robbins, terá direção geral, iluminação e 12 cenários de Jorge Takla, além de aproximadamente 200 figurinos elaborados por Fábio Namatame. A versão brasileira será assinada por Cláudio Botelho e a direção musical ficará a cargo do maestro Luis Gustavo Petri. A responsável pela adaptação da coreografia original será a diretora associada Tânia Nardini.

 

Preços: Sessões de Quinta-feira

VIP - R$ 130,00 / Platéia - R$110,00 / Balcão1: R$ 80,00 / Balcão2: R$ 40,00

Sessões de Sexta-feira e Domingo

VIP - R$ 140,00 / Platéia: R$ 120,00 / Balcão1: R$ 90,00 / Balcão2: R$ 60,00

Sessões de Sábado, nos dois horários:

VIP- R$ 150,00 / Platéia: R$ 140,00 /Balcão1: R$ 100,00 / Balcão2: 60,00

Teatro Alfa:Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 - Sto. Amaro – São Paulo / Informações: (11) 5693-4000 e 0300 789-3377

A FALECIDA

Primeira tragédia carioca do dramaturgo Nelson Rodrigues (1912-1980), o espetáculo retrata o subúrbio do Rio de Janeiro da década de 50, com seus costumes e idiossincrasias, prestando delicada homenagem ao escritor. Ao buscar a ótica original do autor, a peça privilegia o olhar irônico e satírico deste dramaturgo genial sobre um país e uma sociedade em transformação vertiginosa. A originalidade da encenação atraiu elogios dos críticos cariocas. Com: Rafaela Amado, Guilherme Piva e grande elenco. Direção: João Fonseca. Participações especiais: Camilla Amado e Duze Naccarati.

 

Centro Cultural Justiça Federal  fica na  Av. Rio Branco, 241– Centro.   Tel: 21 3212-2550 De quinta- feira a domingo-feira 19 horas

 

CINEMA

UM SONHO DENTRO DE UM SONHO (SLIPSTREAM)

 

Anthony Hopkins faz uma jornada independente como roteirista e diretor, rompendo as fronteiras entre ficção e fantasia, o filme se desdobra em um estilo onírico e não linear sobre a jornada de um homem. Drama

 

Felix Bonhoeffer (Hopkins) é ator e roteirista, que levou a vida em dois estados de existência: a realidade e seu mundo interior. Enquanto trabalha em um roteiro de suspense, Felix fica atordoado quando seus personagens começam a aparecer em sua vida, que por sua vez, começa a se misturar com a de seus personagens.

 

QUE SITUAÇÃO, HEIN DEBORD?!

O Centro Cultural Banco do Brasil traz o trabalho do cineasta e filósofo francês Guy Debord (1931-1994) e suas críticas à chamada Sociedade do Espetáculo. O festival com filmes, palestras, debates e intervenções urbanas discute as reflexões e ações dos Situacionistas, grupo que uniu cultura e política, nas décadas de 50 e 60 evidenciando a "Indústria Cultural" e "Sociedade de Consumo" e que exerceu um papel chave na revolta de maio de 1968, na França. O Festival tem início em São Paulo , seguindo para o Rio de Janeiro e Brasília.

Que situação, hein Debord? oferece elementos para pensar de maneira crítica o espaço público e a indústria do entretenimento, colocando vários pontos-de-vista em diálogo. O público pode deixar, então, de ser mero espectador e consumidor de idéias tornando-se produtor de seu próprio cotidiano.

Estréia dia 22 de abril e fica em cartaz até  04 de maio o CCBB Rio fica
Rua Primeiro de Março, 66 - Centro

 

APENAS UMA VEZ (ONCE)

Grande vencedor do Oscar de Melhor Canção Original (Falling Slowly) deste ano. Este foi um dos filmes mais premiados de 2007, entre os destaques estão: o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro no Independent Spirit Awards, Melhor Filme (pelo público) no Festival de Sundance e a Escolha da Crítica no Broadcast Film Critics Association.

 

Na história, Glen Hansard é um talentoso músico, que ganha a vida com seu violão nas ruas de Dublin e ajuda o pai em uma loja de aspiradores de pó. Marketa Inglová é tcheca que anda pelas mesmas ruas, vendendo rosas para sustentar sua família e tem como hobby o piano. O acaso fez com eles se encontrassem e a paixão pela música fará com que eles vivam uma experiência inesquecível. Uma linda história de amor embalada por músicas que traduzem os caminhos do coração.

 

EXPOSIÇÕES

 

CASA DA FAZENDA DO MORUMBI

BRASIL ANTIGO

Esta exposição é uma viagem pitoresca e colorida sobre a nossa história, apresentada de uma forma especial por MITIKO YANAGUI em sua técnica intitulada “Shadow Art”.  A artista  pesquisou em livros educativos e coleções históricas para realizar as obras que compõem esta mostra tão significativa, buscando informações em imagens de gravuras e pinturas antigas de diversos artistas que em algum instante retrataram fatos históricos ou momentos característicos da nossa cultura colonial. Esta viagem começa com a chegada dos portugueses ao Brasil até a Proclamação da República.  A artista com sua arte aprimorada nos oferece uma verdadeira aula, seja na sutileza de sua técnica refinada, como na sua pesquisa sobre o tema. Curadoria: Vagner Aniceto.

 

A mostra estréia 02 de abril Horário: das 11 às 21h.  - de 3a.a Domingo.
CASA DA FAZENDA DO MORUMBI fica na Avenida Morumbi, 5594 - São Paulo - SP
Tel: (11) 3742.2810

 

FUNDAÇÃO CASA FRANÇA BRASIL

MOSTRA TEATRO DE DEBRET

Com patrocínio exclusivo da Bradesco Seguros e Previdência, os Museus Castro Maya (IPHAN/MinC) e a Fundação Casa França-Brasil apresentam a exposição  Teatro de Debret, a maior já realizada sobre Jean-Baptiste Debret (1768-1848),  pintor integrante da Missão Artística Francesa que viveu no Rio de 1816 a 1831.  Com 511 obras – 346 aquarelas, 151 pranchas litográficas e cinco óleos de Debret, além de nove trabalhos relacionados ao artista –, a mostra revela o Rio, então sede do império português e do Brasil, com todos os seus contrastes e exuberâncias. Teatro de Debret integra as comemorações dos 200 anos da chegada da Família Real.

 

Teatro de Debret ficará exposto até 11 de maio na Fundação Casa França-Brasil

Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro, Rio Horário: Terça a domingo, das 10h às 20h Telefone: 2253.536 Entrada franca

 

ARTE SESC

RIO DE JANEIRO, CAPITAL DE PORTUGAL

Arte SESC apresenta a exposição "Rio de Janeiro, Capital de Portugal", até 5 de maio, no Flamengo. Trata-se de uma homenagem à figura de D. João VI, em função das comemorações dos 200 anos de sua chegada ao Brasil. O público confere uma linha do tempo, objetos de arte, música, painéis, projeções e maquetes, em quatro áreas temáticas espalhadas por todo o casarão histórico.

 

Em Economia/Comércio, é possível conferir as mudanças ocorridas depois da chegada da Família Real Portuguesa: a liberação do refino do açúcar, a instalação de indústrias e manufaturas, a criação do primeiro banco, abertura de fábricas. Em Cotidiano, o visitante tem noção de como se vivia no início do século 19. Já Arte/Cultura mostra a criação da Biblioteca Real, as manifestações na música, teatro, artes plásticas e literatura. Por fim, A cidade do Rio de Janeiro é representada em maquete detalhada.

 

Arte Sesc fica na Rua Marquês de Abrantes, 99 – Flamengo Horário: Terça a sábado - 12h às 20h; domingo - 11h às 17h. Entrada gratuita

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