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ROBÔ-MOSCA” AJUDA A FAZER DIAGNÓSTICOS

E LEVAR MEDICAMENTOS

 

OUTRA DESCOBERTA 

 

O neurocirurgião israelense Alon Friedman, pesquisador da Universidade Ben Gurion, de Beer Sheba,  identificou um bloqueador (TGF Beta) que poderá prevenir o surgimento da epilepsia decorrente de ferimentos no cérebro.

 

Em pesquisa em conjunto com a Universidade de Berkeley (EUA), Friedman usou o medicamento com sucesso em ratos de laboratório. Se o efeito for confirmado em seres humanos, esse bloqueador poderá prevenir o surgimento de casos de epislepsia em vítimas de meningite, tumores cerebrais ou traumatismo craniano. Atualmente, entre 25% e 50% das pessoas que sofrem graves ferimentos na cabeça irão desenvolver epilepsia. 

 

AUTO MEDICAÇÃO NÂO FAÇA

 

SE TODOS NÓS LÊSSEMOS A BULA DE UM REMÉDIO,

CERTAMENTE NÃO TERÍAMOS CORAGEM EM TOMÁ-LO

 

Nós já passamos por alguma experiência nesse sentindo. Na verdade, os remédios são muito úteis e são utilizados tanto para cura, como profilático com paliativos.

 

Os remédios representam muito no contexto da medicina, eles propiciam a longevidade. Hoje a média de idade dos brasileiros já ultrapassa os 70 anos, isso graças a melhoria nas pesquisas e um aumento no arsenal de remédios disponíveis em muitas das especialidades médicas.

 

Cito o exemplo dos remédios de pressão arterial e do diabetes, que permitiram um aumento extraordinário na qualidade de vida desses pacientes, com o retardamento das complicações e permitindo a maior sobrevida.

 

No entanto, os remédios são utilizados de forma leiga por muitos de nós, sem a orientação médica adequada e levando até a morte. Lembro-me de uma paciente que queria emagrecer de qualquer jeito, ouviu falar de um chá que fazia emagrecer e protegia para outras doenças, tomou durante 2 a 3 meses, mas veio a falecer por uma insuficiência hepática aguda.

 

Outro exemplo: uso abusivos de analgésicos e antiinflamatórios, levando a úlcera gástrica com ou sem hemorragia digestiva. Outros exemplos eu poderia citar, mas ficaria aqui por muito tempo.

 

A verdade é que praticamos o uso abusivo de automedicação. Nas farmácias há um estímulo para venda de medicação, posto que a pessoa antes de ir ao médico vai à farmácia e o vendedor vende o remédio sem ou quase nenhum conhecimento do mesmo. Isso é uma prática comum. Troca de remédio no balcão da farmácia é outro exemplo.

 

Temos então que ter em mente que, os remédios são essenciais para uma prática correta da medicina e cabe ao médico, somente a ele, o melhor para o paciente.

 

FONTE:  Dr. Hugo Ricardo

juventudedecristo.wordpress.com/.../25/remedios/

 

 

 

PARACETAMOL EM EXCESSO PODE ATACAR O FÍGADO
DRA.ELOIZA QUINTELA  


O paracetamol (Tylenol) é uma das drogas mais vendidas em todo mundo e diversos casos de intoxicação com desenvolvimento de hepatite, inclusive na forma fulminante, que caracteriza-se por uma  alteração aguda e grave da função hepatocelular secundária à Toxicidade induzida por altas doses do medicamento.Tem um início rápido e segue um curso curto e severo.
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O paracetamol e suas associações são vendidos sem prescrição médica. Por sua eficácia comprovada como analgésico e antitérmico e pela baixa incidência de efeitos colaterais, tornou-se a droga de escolha em crianças e adultos que têm queixas gastrointestinais.

 

A toxicidade é dose dependente e níveis séricos acima de 300ug/ml, 4horas após ingestão, estão associados a hepatite fulminante em 90% das vezes. O total da dose administrada, quando conhecida, também auxilia na avaliação prognóstica. Doses abaixo de 150mg/Kg raramente levam às formas mais graves de hepatite.


Os sintomas iniciam-se logo após a ingestão do paracetamol. Náuseas, vômitos e dor abdominal são comuns e tendem a melhorar em algumas horas. Alguns casos  podem gerar coma. Após 48 horas podem  aparecer: aumento progressivo de bilirrubinas com icterícia(amarelão), aumento do tempo de protrombina culminando com fenômenos hemorrágicos e alterações do sensório caracterizando a falência hepática fulminante.


A mortalidade descrita está entre 6 e 25% e fatores que indicam mau prognóstico são nível de bilirrubina > 4mg/dl e tempo de protrombina acima de 60 segundos, que continua aumentando depois do terceiro dia de doença. A hipoglicemia é um achado tardio que reflete a gravidade da disfunção hepática.


A maioria dos pacientes jovens se intoxica ao ingerir o paracetamol na tentativa de cometer algum tipo de atentado contra a própria vida. Nos EUA, já é a droga mais usada com este propósito.

 

ELOÍZA QUINTELA é Hepatologista especialista no Tratamento de Doenças do Fígado no  Hospital Albert Einstein (SP), Cirurgiã de Transplantes de Fígado Membro da Sociedade Brasileira de Hepatologia e Assoc. Brasileira de Transplantes de Órgãos-ABTO
.www.doencasdofigado.com.br.

 

 

PALIATIVOS E VICIANTES

 

 Os descongestionantes nasais também compõem uma das categorias de medicamentos que, se usados frequentemente, podem trazer sérios danos à saúde. Além deles, outros remédios aparentemente inofensivos (por não exigirem apresentação de receita médica) e amplamente consumidos por boa parte dos brasileiros podem causar efeitos indesejáveis. É o caso de alguns anti-inflamatórios, analgésicos e laxantes.

 

São vários os problemas decorrentes do uso contínuo desse tipo de medicamento. As conchas nasais são repletas de vasos sanguíneos, que impedem a passagem de ar. Os descongestionantes contraem esses vasos.

 

Vasos contraídos significam mais espaço para o ar passar e, consequentemente, alívio imediato para quem tem nariz entupido. “O problema é o chamado efeito rebote. Quando o efeito passa, os vasos sanguíneos voltam ao estado inicial. Ou, pior: podem inchar mais, de modo que o paciente precise utilizar o produto em intervalos cada vez menores. Além disso, o uso de descongestionantes nasais por três dias já é suficiente para causar dependência”, explica Fabrizio Romano, otorrinolaringologista.

 

“Esse tipo de medicamento também pode causar aumento da pressão arterial e do ritmo cardíaco”, alerta Romano. Outro efeito perigosíssimo apontado pelo médico está relacionado ao uso de descongestionantes que apresentam o hormônio cortisona. Eles podem desencadear a síndrome de Cushing, cujos principais sintomas são aumento de peso, obesidade, hipertensão, acne, aparecimento de pelos e problemas renais.

 

Os laxantes, assim como os descongestionantes nasais, aliviam momentaneamente um mal-estar, mas causam dependência e efeitos nefastos a longo prazo. “Eles apenas forçam a evacuação, em vez de regularizar o intestino”, afirma Toledo. Além de câncer, o uso contínuo de laxantes pode provocar sangramentos e cólicas.

 

EFEITO EM CADEIA

 

Entre os remédios com maior potencial de causar lesões hepáticas irreversíveis, segundo a Dra. Marília, destacam-se os anti-inflamatórios (como o diclofenaco), os de controle de colesterol (as estatinas e as sinvastatinas), alguns usados no combate a micoses (como o fluconazol), e o velho conhecido paracetamol. Quanto ao paracetamol, doses diárias acima de 4 g não são seguras. “Se administrado em altas doses ou por tempo prolongado, o paracetamol pode causar lesões hepáticas e até mesmo a morte”, adverte Marília Gaboardi.

 

FONTE IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.

 

 

COMO SE PROTEGER DO COMÉRCIO ILEGAL

DE MEDICAMENTOS

CARLOS MARQUES

 

Apesar dos esforços do governo e das autoridades brasileiras, o comércio ilegal de medicamentos movimenta bilhões, só em impostos não arrecadados, custa até R$ 3 bilhões por ano aos cofres públicos. Essa realidade, apontada pelo ETCO- Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, mostra os danos financeiros provocados pelo contrabando, sonegação fiscal e drogas falsas ou ilegais no Brasil.

 

Mas o que chama atenção dentro desse universo é o risco a que a população brasileira está exposta, pois, segundo a ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 20% do mercado brasileiro de medicamentos é ilegal e dentre as diversas formas de ilegalidade (contrabandeados, falsificados ou sem registro) quem paga a conta é a saúde do consumidor.

 

Embora seja um problema mundial, o tema preocupa pela organização das quadrilhas que atuam e dificuldade de fiscalização do mercado, já que este é muito pulverizado em pequenos distribuidores e varejistas, o que dificulta muito a atuação dos órgãos responsáveis pela regulamentação do setor.   

 

O consumidor deve estar sempre atento, não só na origem do medicamento, seus fabricantes e princípios ativos, mas também aos cuidados que as empresas que comercializam medicamentos têm com o transporte e armazenagem dos produtos. Muitos remédios quando expostos a temperaturas altas ou a umidade podem ter a eficácia dos princípios ativos seriamente comprometida. E para manter um padrão de qualidade em todo o processo de manuseio de medicamento são necessários altos investimentos em treinamento, infra-estrutura e tecnologia.

 

O principal fator que contribui para a existência desse mercado ilegal como de qualquer outro sem dúvida é o preço, que obviamente é obtido com a falta de qualidade do produto, a diferença fundamental e grave, é que no mercado de medicamentos o risco é a saúde do consumidor.

 

PARA EVITAR A COMPRA DE PRODUTOS ILEGAIS, atente para os seguintes pontos:

 

PREÇOS MILAGROSOS: Considerando-se que as indústrias produtoras de medicamentos são as mesmas para todas as farmácias, a lógica é sempre a mesma, farmácias que adquirem maior volume conseguem praticar melhores preços, mas sem milagres.

 

CUPOM FISCAL: Exija SEMPRE o cupom fiscal em suas compras, ele é a garantia da origem do produto ao consumidor, um produto falsificado sempre é vendido sem comprovante fiscal.

 

EMBALAGENS: Todos os medicamentos legais possuem um símbolo, revestido com material metalizado, que ao ser raspado, tal como as "raspadinhas" lotéricas, expõe a palavra "qualidade" e a logomarca do fabricante. Este desenho ou logomarca está impresso com tinta reativa. Além disso, nunca compre medicamentos com embalagens amassadas, lacres rompidos, rótulos que se soltam facilmente ou estejam apagados e borrados.

 

DATA DE VALIDADE: É obrigatório que todo medicamento tenha a data de validade estampada em sua embalagem, portanto, é fundamental conferir se está dentro do prazo de validade no momento da compra.

 

NÚMERO LOTE: Todo medicamento tem que constar em sua embalagem o número do lote de fabricação, que deve estar impresso também no rótulo ou na cartela interna do produto.

 

REGISTRO NO MINISTÉRIO DA SAÚDE: Todo medicamento deve ser registrado no Ministério da Saúde e devidamente impresso na embalagem com a sigla “MS” seguido do número de registro.

 

FARMACÊUTICO RESPONSÁVEL: As indústrias farmacêuticas, obrigatoriamente, devem ter um farmacêutico responsável pelos seus produtos. A identificação desse profissional deve estar impresso, obrigatoriamente, nas embalagens com o nome, número de registro no Conselho Regional de Farmácia, identificado pela sigla “CRF”.

 

Na dúvida, ao comprar um medicamento, o cliente deve pedir ajuda ao farmacêutico de plantão, que também é obrigatório em todas as farmácias, para identificar os dados do produto (validade, etc.) e outros esclarecimentos, tais como forma de administração, por exemplo. O nome deste profissional e seu registro no CRF devem estar escrito em uma placa e exibida em local visível na drogaria.

 

Guarde sempre o cupom fiscal junto com a embalagem e a cartela utilizada, pois pode ser um comprovante de irregularidade, que subsidiará o cliente mediante uma queixa. Enquanto os impostos não caem e a informalidade não reduz, o melhor amigo do consumidor é sempre a informação.

 

Carlos Marques é Superintendente Comercial da Drogaria Onofre e possui mais de 30 anos de experiência no mercado farmacêutico.

 


RASTREAMENTO DE MEDICAMENTOS:

BOM PARA O CONSUMIDOR, BOM PARA AS EMPRESAS

 

Sancionada no início deste ano, a Lei 11.903/2009 cria o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos, capaz de rastrear toda a cadeia de produção, desde os fabricantes até o varejo. Cada caixa de remédio comercializada no país terá um código digital com as seguintes informações: fabricante, distribuidor de destino e data de fabricação, expedição e validade. Todas as informações serão arquivadas em um banco de dados único controlado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), formando um grande repositório central da procedência dos fármacos legalmente produzidos e vendidos no Brasil.

 

As etiquetas com códigos de barras são apenas as partes visíveis da rastreabilidade de medicamentos. Na verdade, esta não é uma tecnologia barata, pois requer outros equipamentos e materiais de qualidade como impressoras térmicas, etiquetas, ribon, leitores ou coletores. E apesar dos custos de implementação, o rastreamento de medicamentos traz uma série de benefícios.

 

Essa tecnologia ajuda no controle e, principalmente, na redução de tempo dos processos logísticos de uma empresa, pois permitem que um determinado produto seja rastreado desde sua fabricação até a sua venda, efetuando a coleta e manipulação de dados de forma automatizada.

 

Mas, o maior beneficiado será mesmo o consumidor. A nova lei irá combater a comercialização ilegal de medicamentos, pois qualquer um poderá conferir a procedência do produto no ato da compra.

 

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IMAGEM http://jornale.com.br/mirian/wp-content/uploads/2009/03/remedios.jpg

 

Automedicação é responsável pelo consumo de mais de

um terço dos remédios no Brasil FONTE: IDEC

 

 

REMÉDIOS ATRÁS DOS BALCÕES

O Comitê Nacional para a Promoção do Uso Racional de Medicamentos apoiou a Resolução da Anvisa, que dentre outras determinações deixa os medicamentos atrás dos balcões, fora do alcance dos consumidores.  Na avaliação do Comitê, esta medida garante o direito do cidadão de receber a orientação adequada e promove o uso racional dos medicamentos.

 

O USO INDISCRIMINADO, SEM A DEVIDA ORIENTAÇÃO, PODE FAZER O TRATAMENTO LEVAR MAIS TEMPO QUE O PREVISTO, SEM ALCANÇAR O EFEITO DESEJADO. ALÉM DE GERAR EFEITOS ADVERSOS E PREJUÍZOS AO INDIVÍDUO. EM ALGUNS CASOS, PODE ATÉ LEVAR À MORTE.

 

UMA PESQUISA DO SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES TÓXICO-FARMACOLÓGICAS (SINITOX), LIGADO À FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (FIOCRUZ), MOSTROU QUE, DOS QUASE 108 MIL CASOS REGISTRADOS DE INTOXICAÇÃO HUMANA EM 2006, OS MEDICAMENTOS LIDERARAM A LISTA DE PRINCIPAIS AGENTES TÓXICOS COM 30,5% DAS OCORRÊNCIAS.

 

 

A NOVA REGULAMENTAÇÃO DA PROPAGANDA

DE MEDICAMENTOS

 

Desde o dia 16 de Julho entrou em vigor uma parte da nova resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que regulamenta a promoção e propaganda de medicamentos (RDC 96/08). O restante entrará em vigor em dezembro deste ano.

 

A nova Resolução impõe restrições e obrigações à iniciativa privada e seu descumprimento gerará aplicação de penalidades através de atos administrativos. Fora isso, o médico “deverá ser consultado” antes de as pessoas usarem os medicamentos e não depois, “se persistirem os sintomas”.   

 

A partir de agora toda propaganda de medicamentos necessita de autorização prévia do órgão responsável pela vigilância sanitária.

 

Agência Notisa (science journalism – jornalismo científico)

 

IMAGEM: olhonoblog.wordpress.com

 

 

NOVAS REGRAS PARA BULAS DE MEDICAMENTOS

 

Dentre as principais mudanças encontradas na resolução RDC 47/09, que a ANVISA publicou foram:

 

  • As bulas para o paciente devem conter os itens Identificação do Medicamento, Informações ao Paciente e Dizeres Legais, enquanto a do profissional da saúde deve conter os itens Identificação do Medicamento, Informações Técnicas aos Profissionais de Saúde e Dizeres Legais
  • O texto para as bulas do paciente deve ser escrito em formato de perguntas e respostas;
  • Há especificação da fonte do texto (Times New Roman 10pt), além de espaçamento entre outras formatações;
  • As bulas do Paciente devem ser exclusivas para a forma farmacêutica e via de administração, incluindo bulas específicas se houver liberação modificada;
  • Haverá publicação de bulas padrão no bulário eletrônico. Estas bulas padrão devem ser utilizadas para a confecção de bulas de medicamentos similares e genéricos, que têm 90 dias para alterar suas bulas se houver alteração na bula padrão;
  • Inclusão da possibilidade de exigência de alertas de segurança;
  • Submissão eletrônica de bulas, conforme Guia específico ainda não publicado;
  • Necessidade de inclusão da data da bula;
  • Disponibilização das bulas com o medicamento (dentro ou fora da embalagem secundária) ou eletrônica, no site da empresa em área não restrita ou por e-mail;
  • Regulamentação de Mementos Terapêuticos, para laboratórios oficiais;
  • Obrigatoriedade de fornecimento gratuito de bulas em formato especial para deficientes visuais (meio magnético, óptico ou eletrônico, em formato digital ou áudio, ou impressas em Braille ou com fonte ampliada, à escolha do paciente) em até 10 dias úteis da solicitação do paciente, ou leitura parcial ou total da bula pelo SAC.

 

O Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - aprovou o novo regulamento para bulas de medicamentos e entende que  a medida contribuirá para a promoção do uso racional desses produtos, embora considere que o prazo concedido para adaptação poderia ser minimizado para 90 dias e não 180 como proposto, conforme encaminhado pelo Instituto entre as contribuições à Consulta Pública de janeiro de 2009.

 

Uma pesquisa realizada pelo Idec e publicada no início de 2008 com as bulas de 19 medicamentos vendidos no Brasil constatou que todas apresentaram problemas: ilegibilidade da maioria dos textos, ausência de informações importantes como reações adversas  e contraindicações do produto e o fornecimento de dados confusos. Entre os motivos apontados na época, estavam as falhas na regulação feita pela Anvisa e o fato das empresas multinacionais praticarem duplo padrão de informação.

 

 

                    

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