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O BRASILEIRO ESTÁ GORDO

 

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Mais da metade da população brasileira sofre com excesso de peso. O estudo da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), feito pelo Ministério da Saúde e pela Universidade de São Paulo (USP), mostra que 43,3% da população estão com o peso acima dos níveis recomendados (sobrepeso) e 13% estão obesos.

 

Estima-se que no Brasil tenha 3,73 milhões de obesos mórbidos, conforme dados da Sociedade de Cirurgia Bariátrica.

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera com sobrepeso as pessoas que estão com Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou acima de 25, e obesas as que têm IMC a partir de 30.

 

– Temos uma tendência histórica de elevação no país e no mundo inteiro de sobrepeso e obesidade. Para reduzir esses níveis é fundamental que a gente avance tanto na prática de exercícios físicos regulares quanto na alimentação saudável –, avalia a coordenadora-geral de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis do ministério, Deborah Malta.

 

De acordo com ela, o aumento do consumo de frutas e hortaliças e a diminuição da ingestão de carnes com gorduras ainda não são suficientes para conter essa “epidemia”.

 

– Um fator que nos traz preocupação é o aumento do consumo abusivo de álcool para essa tendência de crescimento da obesidade e do sobrepeso –, alerta o coordenador do Vigitel, Otaliba Libânio Neto, da Secretaria de Vigilância em Saúde do ministério.

 

 A OMS considera consumo excessivo de álcool a ingestão de mais de quatro doses para mulheres e cinco doses para homens em um mesmo momento. Ou seja, se em uma festa um homem consumir mais que cinco latinhas de cerveja ou cinco taças de vinho, por exemplo, este consumo é considerado abusivo – ainda que isso ocorra apenas uma vez no mês.

 

No Brasil, o índice de pessoas que ultrapassam esta barreira é de 19%, no total. Os homens jovens e as mulheres em geral são os grupos que mais preocupam. Entre eles, o consumo abusivo de álcool chega a 30% na faixa que vai de 18 a 44 anos. Entre as mulheres, apesar de o índice ainda ser bem menor, o consumo subiu de 8,1% da população feminina em 2006, para 10,5% em 2008 – aumento de cerca de 20%.

 

Por Redação, com Agência Brasil - de Brasília

 

 

CIRURGIAS DE REDUÇÃO DE ESTÔMAGO

SUBIRAM 542%

 

 
 

A oferta da cirurgia bariátrica – diminuição do tamanho do estômago para perda de peso – nos hospitais vinculados aos SUS – Sistema único de Saúde -  aumentou 542% desde 2001, quando este procedimento passou a ser realizado pela rede pública.

 

Somente em 2008, no Brasil, foram realizados 3195 cirurgias a um custo de R$ 15.736 milhões para o SUS. O investimento cresceu 1.765% e também aumentou a quantidade de estabelecimentos habilitados para realizar a operação. Em 2001, eram 18 hoje são 58 unidades pelo Brasil.

 

São Paulo foi o estado que com o maior número de procedimentos – 1068, seguido do Paraná (954) e Santa Catarina (344). O maior número é feito em mulheres. Só para se ter uma idéia, em 2008, foram 2.639 cirurgias entre elas, contra 556 entre homens.  

 

 

SLENDESTA® RECEBE SELO

DE ALTA CONFIABILIDADE NOS EUA

 
Um painel de peritos liderado por membros da FDA (Food and Drugs Administration) concedeu o estatuto GRAS ao Slendesta®, ingrediente alimentar produzido pela Kemin e distribuído no Brasil pela Pharma Nostra.

 

O estatuto GRAS (Generally Recognized As Safe) é o selo da mais alta confiabilidade atribuído a um ingrediente alimentar, que atesta a sua segurança para os fins a que se destina. O produto, que já tinha a aprovação do FDA, assim como do EMEA, órgão de vigilância sanitária da União Européia, além da TGA,  do SEREMI, da INVIMA e do INAL (orgãos de vigilância sanitária da Austrália, Chile, Colômbia e Argentina respectivamente) é um ingrediente natural extraído da batata e atua no organismo estimulando a produção do hormônio CCK, responsável pela sensação de saciedade. O Slendesta® não apresenta efeitos colaterais, como já foi comprovado em 15 ensaios clínicos, que tiveram o envolvimento de mais de 700 pessoas.

 
O Slendesta® foi uma das substâncias analisadas pelo dr. Filippo Pedrinola em sua palestra, durante a qual destacou a importância da pesquisa sobre prevenção e tratamento da obesidade, problema mundial de saúde que vem atingindo um número crescente de crianças e adolescentes.

 

- "Estudos recentes indicam que, pela primeira vez na história, nossas crianças poderão ter uma longevidade menor do que seus pais, por causa de doenças como diabetes e hipertensão, que estão aparecendo cada vez mais cedo", alertou. Em pouco mais de uma hora de apresentação, ele discorreu sobre as diversas vertentes das pesquisas que vêm sendo realizadas atualmente, analisando-se substâncias e medicamentos nos campos hormonal, genético, do sistema endócrino, digestivo, lipolítico e outros.
 
Pedrinola é licenciado em medicina pela Universidade de São Paulo, doutorado em endocrinologia pela mesma universidade, pesquisador na área de engenharia genética relacionada à tireóide, ex-fellow da Cedars - Sinai Medical Center (Hospital ligado à Universidade da Califórnia) e responsável pelo The Balance SPA, de Punta del Leste. É, ainda, membro de diversas entidades de classe, como a American Thyroid Association Endocrine Society, a Associação Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e a Associação Brasileira de Estudos sobre Obesidade (ABESO).

 

 

 

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