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LIPOASPIRAÇÃO 28 ANOS NO BRASIL

O QUE MUDOU?

 

O inventor da técnica, Yves Gerárd Illouz, esteve no Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, em Brasília, para falar sobre as três décadas de realização da lipoaspiração

 

Realizada pela primeira vez no Brasil há 28 anos, a lipoaspiração, uma das técnicas mais populares da cirurgia plástica, surgiu por causa de uma história de amor. Em 1977, o cirurgião francês Yves Gerard Illouz inventou o procedimento para resolver o problema da namorada que não podia usar decotes nas costas por causa de um lipoma, tumor benigno formado por células gordurosas.

 

De lá para cá, muita coisa mudou, mas a técnica, inicialmente recebida com ceticismo, está consolidada no rol dos procedimentos estéticos mais realizados no mundo. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, dos 359 mil procedimentos estéticos realizados no Brasil, em 2004, 198 mil foram lipoaspirações.

 

Três décadas de experiência já possibilitaram alguns avanços, como a cânula - instrumento usado para sugar a gordura corporal – que tornou-se mais fina. Também foi implementada a lipoescultura, procedimento em que se retira gordura de um lugar do corpo para se colocar em outro, melhorando o contorno corporal.

 

“Após trinta anos de aplicação, a lipoaspiração está consolidada no Brasil, precisamos avançar nas questões que garantam maior segurança à realização do procedimento, o que necessariamente passa por uma melhor qualificação dos profissionais. De acordo com levantamento do Cremesp, Conselho Regional de Medicina de São Paulo, divulgado em setembro deste ano, a lipoaspiração é o procedimento médico mais citado como motivo de queixa nos processos ético-profissionais, de janeiro de 2001 a julho de 2008”, afirma o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrado.

 

MEDIDAS DE SEGURANÇA

Algumas atitudes que podem ser tomadas para assegurar mais segurança aos pacientes durante a realização das lipoaspirações:

 

Indicação precisa – a lipoaspiração não é um método de emagrecimento. É um procedimento destinado a remover apenas gorduras localizadas, como as que se encontram debaixo dos braços, nos quadris e na região abdominal. “É o tipo de gordura que dificilmente pode ser eliminado, mesmo com o auxílio de exercícios físicos e de uma nova dieta”, explica o médico. Esta regra só se aplica a pacientes adultos. Crianças, ainda que tenham acúmulo de gordura no corpo, a ponto de comprometer seu bem estar físico e psicológico, não devem se submeter à lipoaspiração. Já para os adolescentes, a lipoaspiração é mais aceita pelos médicos, contanto que o jovem operado não seja obeso;

 

CONTRA-INDICAÇÕES BEM CLARAS

A partir de 10% a mais do peso ideal, os resultados da lipoaspiração não são tão satisfatórios. É importante entender que se trata de uma cirurgia de acerto de contornos e não deve ser encarada como um método para emagrecer. Há um limite de gordura que pode ser retirado. De acordo com as normas do Conselho Federal de Medicina, não se pode passar de 7% do peso corporal do paciente na lipoaspiração úmida (com injeções de soluções líquidas) e 5% de retirada de gordura na lipoescultura a seco. Doenças cardíacas graves, alterações pulmonares, anemia, diabetes e hipertensão arterial precisam estar sob controle para que o paciente seja operado. “Outra grande contra-indicação diz respeito às alterações psicológicas, como depressão e doenças ligadas à auto-imagem, como a anorexia e a bulimia. Nesses casos é preciso acompanhamento profissional psicológico antes da cirurgia”, defende Ruben Penteado, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

 

COMO ESCOLHER O CIRURGIÃO PLÁSTICO

o primeiro passo é verificar se o profissional é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Depois, é conveniente conversar com pacientes que já foram operados por esse médico para saber o que acharam. Investigue se ele atua em bons hospitais e se a equipe dele é habilitada e treinada. “Veja também a estrutura de atendimento ambulatorial do profissional. Durante a consulta, o especialista deve passar calma, confiança, além de tirar todas as dúvidas do paciente. Desconfie de promessas milagrosas”, aconselha Ruben Penteado.

 

CONHECIMENTO DOS RISCOS DO PROCEDIMENTO

o paciente deve ser informado que independentemente da técnica, os maiores riscos da lipoaspiração são tromboses e embolias. Para prevenir problemas é necessário que o médico investigue se a paciente apresenta histórico anterior de flebite  e trombose nas pernas. Deve ser usada uma bomba massageadora durante e após a cirurgia para estimular a circulação na panturrilha - é aí que reside o risco de formação de flebite e trombo, que pode produzir até mesmo uma embolia pulmonar. “Outro fator importantíssimo para se evitar intercorrências  é a realização da cirurgia em ambiente adequado, com toda a infra-estrutura para atendimento de emergência e acompanhamento de anestesiologista”, diz o diretor do Centro de Medicina Integrada.

 

PROIBIÇÃO DE PROPAGANDAS ENGANOSAS, que interferem no poder de decisão do paciente –

A publicidade médica irregular é a infração mais recorrente nos processos analisados pelo Cremesp que envolvem a cirurgia plástica e os procedimentos estéticos.  Esta prática abrange a exposição de pacientes (mostrando o “antes” e o “depois”), a divulgação de técnicas não reconhecidas, de procedimentos sem comprovação científica e a mercantilização do ato médico (anúncios em quiosques de shoppings, promoções onde o “prêmio” é uma cirurgia plástica, consórcios e crediários para realização de cirurgias plásticas).

 

“Ao se deparar com anúncios como estes, o paciente deve ficar alerta. A cirurgia plástica não pode ser oferecida como uma vantagem, uma bagatela, um grande negócio... Ela é uma cirurgia como outra qualquer, com todos os riscos envolvidos em qualquer cirurgia”, afirma Ruben Penteado.

 

Maiores informações www.medintegrada.com.br

 

 

LIPOASPIRAÇÃO NO ROSTO

 

Depois da lipoaspiração comum, popularizada principalmente pela retirada de gordurinhas da região abdominal, um novo emprego da lipoaspiração vem sendo cada vez mais empregado: é a lipoaspiração facial, recomendada para eliminar a gordura acumulada no rosto.

 

De acordo com Ruben Penteado, a lipoaspiração facial tem duas particularidades. “Em primeiro lugar, a face exige um cuidado maior para a preservação de vasos e nervos durante o procedimento, uma vez que é anatomicamente complexa.  O outro aspecto envolve pacientes sem elasticidade suficiente da pele. Eles precisam realizar um lifting cérvico-facial (que "levanta" a pele, os tecidos subcutâneos e músculos da face e do pescoço, corrigindo também as rugas) associado à cirurgia, para que seja feita também a correção de flacidez de pele e músculos", explica.

 

A lipoaspiração facial é indicada quando o paciente, mesmo após emagrecer com dieta equilibrada e exercícios físicos, continua com muita gordura localizada no rosto. “O procedimento é feito com uma cânula com diâmetro de dois milímetros e meio a três, na região da maçã do rosto. Ele exige cautela por ter grande chance de deixar ondulações permanentes na pele, além do risco de afetar o nervo facial, levando a pessoa a perder o movimento das sobrancelhas ou da boca”, avisa o diretor do Centro de Medicina Integrada,.

 

Pacientes com acúmulos de gordura na face são beneficiados com melhor contorno e angulação facial após a cirurgia. O médico lembra que outros fatores, além da gordura, podem afetar a angulação do rosto. "Além da gordura na região cervical, razões anatômicas contribuem para um aspecto cérvico-mandibular que não traz um contorno adequado. Por exemplo, quem tem um queixo pequeno e excesso de gordura precisa também fazer uma cirurgia ortognática, que corrige a mandíbula para fique em harmonia com o resto da face", alerta o cirurgião plástico.

 

Quando é realizada simplesmente a lipoaspiração facial não é necessária a internação. O tempo da cirurgia está relacionado com a extensão da área a ser tratada. “As cicatrizes costumam ser pequenas e posicionadas em locais de difícil visão, como pregas cutâneas, transição de superfície plana com elevações, entre outros”, conclui.

 

 

CUIDADOS PRÉ-OPERATÓRIOS:

para um paciente saudável e sem doenças de base (como diabetes), a preparação é feita com um hemograma, coagulograma e eletrocardiograma. Se houver alguma doença associada, é preciso um exame específico para a patologia. O médico também deverá, junto com o paciente, decidir a proposta de tratamento.

 

CUIDADOS PÓS-OPERATÓRIOS:

após a cirurgia, há um edema localizado na região onde foi feita a lipo. Manchas associadas (esquimoses) também estarão presentes, mas desaparecem em cerca de 15 dias. Nas 72 horas seguintes à operação, o paciente deve fazer curativos compressivos e evitar o sol, enquanto houver a presença das manchas. Também é necessário evitar a prática de exercícios físicos por pelo menos uma semana.


CONTRA-INDICAÇÕES

As contra-indicações, segundo Ruben Penteado, são relativas às pessoas de pele flácida com alto volume de gordura, além de pacientes com problemas como cardiopatias, doenças metabólicas, pneumopatias, infecções, coagulopatias, uso de drogas ou cigarro. “Aqueles que possuem afecções cutâneas em atividade na face (como acne), doenças do colágeno, neoplasias e malformações vasculares também não podem realizar a operação”, avisa.

 

A idade mínima para realizar a lipo facial deve ser avaliada de acordo com o desenvolvimento corporal do paciente. Nos idosos, a operação é limitada pela pele flácida. "Encontramos situações de grandes acúmulos adiposos da face que podem ser solucionados pela técnica, mas será necessária a associação de outras técnicas que incluem a remoção de pele, deixando assim cicatrizes mais extensas, o que, a princípio, diminui o benefício da lipoaspiração isolada", explica Ruben Penteado.

 

TÉCNICA MAIS MODERNA DE CIRURGIA DE ABDOME

 

Flacidez de pele na região abdominal e aquela gordura localizada que não desaparece de forma alguma com exercícios, principalmente em pessoas magras, estão com os dias contados. A técnica avançada de cirurgia de abdome, a Lipoabdominoplastia, remodela a barriga e retira o excesso de pele e gordura de uma forma menos invasiva.

 

De acordo com o cirurgião plástico Marcelo Assis, a Lipoabdominoplastia, que é uma lipoescultura seguida da retirada do excesso de pele do abdome, oferece muitas vantagens como recuperação rápida e cicatrizes menos aparentes.

 

“A paciente que se submete a essa cirurgia pode voltar às atividades normais dentro de 15 dias e os cortes são menores e mais camuflados, em torno de 12 cm – um pouco maior que uma cicatriz de cesárea”, explica.

 

Segundo o cirurgião, o procedimento dura cerca de três horas e a técnica é indicada para pacientes magras.

 

Marcelo Assis é associado na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, desenvolveu seus conhecimentos em cirurgia plástica nas pós-graduações (programa de fellowship) na UNIFESP e na clínica do Prof. Ivo Pitanguy, no Rio de Janeiro e mantém-se atualizado através de congressos nacionais e internacionais.

 

ANTES DE FAZER UMA LIPO,

SAIBA SE VOCÊ RETÉM LÍQUIDOS

 

As queixas são as mesmas entre algumas mulheres: elas retêm líquidos e por isso não perdem peso; incham mãos e pernas; uma roupa que veste bem pela manhã, fica apertada à tarde; não urinam o suficiente durante o dia e por isso acabam tomando diuréticos. “Para resumir a história: conclusões equivocadas e condutas impróprias”, declara a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.

 

“A primeira lição dessa história é a seguinte: o nosso corpo é dotado de um sistema de controle muito fino da água corporal, de maneira que o balanço hídrico não se altere muito, nem para mais, nem para menos. O primeiro sinal que algo se alterou é a sede. Ela garante a procura de água sempre que o nosso balanço hídrico estiver negativo e nos faz recusar água sempre que nossa hidratação estiver normal”, explica Ellen Paiva.

 

Além deste sistema, nossos rins garantem a eliminação de uma urina mais aquosa e menos concentrada, quando estamos bem hidratados e uma urina mais escura e de menor volume, sempre que nosso estoque de água estiver escasso. Finalmente, ainda eliminamos um volume de água de cerca de 1 litro nas 24 horas através da perspiração, que é a água perdida em forma de vapor quando falamos, sendo esse volume ainda maior nos dias quentes. Isso sem mencionar a perda pelo suor e a água gasta pelo nosso corpo em suas reações químicas.

 

RETENÇÃO DE LÍQUIDOS

 

“Algumas doenças podem alterar e romper esse sistema aparentemente perfeito e causar uma real retenção de líquidos, como a insuficiência renal. Outras podem causar uma movimentação anormal da água corporal em seus espaços, fazendo com que um maior volume de água saia das células e dos vasos sangüíneos, invadindo o espaço extracelular, causando um inchaço relativo, como é o caso da insuficiência cardíaca e das doenças crônicas do fígado”, afirma a diretora do Citen. Essas doenças são facilmente percebidas pelos pacientes e diagnosticadas pelos médicos. Não há como confundi-las com estados fisiológicos de retenção de líquidos, que geralmente não vêm acompanhados de nenhum outro sintoma, além da sensação de inchaço. São doenças graves e necessitam de tratamento específico.

 

Na mulher, o ciclo menstrual merece destaque na retenção de líquidos, pela amplitude de sua oscilação hormonal durante o mês. “Temos um hormônio chamado progesterona, responsável por uma real e fisiológica retenção de líquidos, que ocorre na segunda metade do ciclo menstrual, principalmente na última semana que antecede a menstruação. Essa retenção embebe mamas, abdome e pelve. Se a fecundação não ocorrer, há uma brusca queda hormonal e com ela a menstruação, fazendo com que ocorra a eliminação dos líquidos retidos”, explica Ellen Paiva.

 

INCHAÇOS

 

Outro grande mito em relação à retenção de líquidos é o inchaço que surge pela manhã e a alegação de que os anéis não entram ou saem dos dedos. “O que ocorre durante a noite é uma redistribuição de líquidos no corpo humano. Quando permanecemos deitados por muito tempo, ocorre com mais facilidade o movimento dos líquidos para as extremidades do corpo, principalmente para as mãos. Logo, não há retenção de líquidos durante à noite, apenas a migração de líquidos, que voltam a se redistribuir durante o dia, quando ficamos de pé ou sentados, favorecendo maior acúmulo em membros inferiores, principalmente no final do dia”, afirma Ellen Paiva.

 

Há condições muito freqüentes que nos levam a crer que inchamos as pernas ou sentimos a sensação de “pernas pesadas”. Essa condição é hereditária, de modo que quando olhamos as pernas da filha, sabemos como são as pernas de sua mãe ou das mulheres da família paterna, na dependência do ramo familiar afetado. “O problema aparece nas mulheres de pernas caracteristicamente mais grossas, onde a celulite é a regra, sendo essa condição falsamente classificada como retenção de líquidos. Na verdade, tal retenção também não ocorre nesses casos. O problema é relacionado às alterações circulatórias das pernas, com grande predisposição para varizes e depósito irregular de gorduras, com as nítidas características da celulite”, diz a diretora do Citen.

 

Para dificultar o quadro dessas pacientes, elas têm uma obesidade de pernas, certamente a mais difícil forma de obesidade para tratamento. Geralmente, estas pacientes perdem peso muito lentamente, não respondem às chamadas drenagens linfáticas, nem aos géis redutores ou qualquer manobra estética de tratamento. “Nesses casos, a melhor forma de tratamento ainda é a movimentação regular e vigorosa das pernas, principalmente em esteiras ou bicicletas ergométricas em exercícios diários, uma vez que esse procedimento tem a mesma atuação que um remédio para o problema”, explica a nutróloga Ellen Paiva.

 

NADA DE DIURÉTICOS

 

A pior atitude para mulheres que se queixam de retenção de líquidos é o uso dos diuréticos, que induzem à perda forçada de água, causando desidratação celular, eliminação artificial de urina e a falsa impressão de que o inchaço foi reduzido ou até mesmo que houve perda de peso. “A perda de peso, nestes casos, ocorre às custas de desidratação e a diurese forçada deixa sempre a impressão de que os rins não funcionam bem, quando, na verdade, o que é anormal é o volume de urina eliminando, e, com ela, eletrólitos importantes como o potássio. A má conduta acarreta em dores e fraqueza nas pernas, além de câimbras”, adverte a especialista.

 

“Finalmente, é importante que as mulheres saibam que se elas têm rins funcionantes, coração e fígado normais e acesso normal à água, elas não estão inchadas, nem retêm líquidos. Quando realmente têm retenção de líquidos, isso faz parte do ciclo menstrual e é transitório. Estas mulheres precisam rever suas dietas e seus etilos de vida para tentarem explicar de maneira mais correta a sensação de ganho de peso”, recomenda Ellen Paiva. A correção da retenção de líquidos não é difícil, desde que possamos entender as causas do problema.

 

MUITO SAL!

 

“Uma alteração realmente capaz de nos fazer beber água além da conta e reter líquidos é a ingestão de uma dieta rica em sal. Isso pode ser facilmente evidenciado quando passamos a beber água em excesso, após ingerirmos comida salgada e não urinamos tamanha ingestão hídrica”, explica Ellen Paiva.

 

O sódio presente no sal é naturalmente osmótico, ou seja, retém água ou simplesmente causa movimentos de água anormais entre os compartimentos corporais, sempre no sentido de um local de menos sódio para um mais rico em sódio. “Logo, uma atitude realmente eficaz, principalmente nas fases do ciclo menstrual, onde naturalmente retemos líquidos, é o cuidado com a ingestão de sal, dando preferência a alimentos com pouco sal em sua composição”, recomenda a médica.

 

5 PASSOS PARA REDUZIR O CONSUMO DE SAL:


1. Use o mínimo de sal no preparo dos alimentos, substituindo-o por temperos naturais como alho, salsinha, cebola, orégano, hortelã, limão, manjericão, gengibre, coentro e cominho;


2. Evite temperos industrializados como ketchup, mostarda, molho shoyu e caldos concentrados. Atenção para o aditivo glutamato monossódico, utilizado em alguns condimentos e nas sopas de pacote;


3. Cuidado com as conservas como picles, azeitona, aspargo, patês e palmito, enlatados como extrato de tomate, milho e ervilha – alimentos conservados em sal e os salgadinhos como batata frita, amendoim salgado, cajuzinho;


4. Evite carnes salgadas como bacalhau, charque, carne-seca e defumados;


5. Nunca tenha um saleiro à mesa.


FONTE: Sociedade Brasileira de Hipertensão


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