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ENQUANTO 15% DOS BRASILEIROS PRATICAM ATIVIDADE FÍSICA COM REGULARIDADE, O DOBRO É SEDENTÁRIO

 

A opção pela prática de atividade física no dia-a-dia aumenta com a escolaridade e diminui com a idade, de acordo com artigo publicado na edição impressa atual da revista Epidemiologia e Serviços de Saúde, do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Na amostra estudada – 54.369 brasileiros com 18 anos de idade ou mais –, pesquisadores da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, e da Universidade de São Paulo (USP) concluíram também que o sedentarismo já atingiu 29,2% da população adulta, sendo os homens a maioria. O estudo foi realizado em 2006.

 

Estudos publicados anteriormente no mesmo periódico estimam que as doenças crônicas não transmissíveis – como as do aparelho circulatório, neoplasias e diabetes – são responsáveis por cerca de 60% dos óbitos no país. Na tentativa de diminuir esse número, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertou, em 2002, que, com a realização de um volume suficiente de atividade física, evita-se 22% das doenças do coração e cerca de 13% dos casos de diabetes tipo 2 (conhecida como “adquirida”, na qual as células do organismo vão se tornando resistentes à insulina, o hormônio responsável pela retirada da glicose da corrente sanguínea). Há evidências ainda na associação entre a prática regular de exercícios e a diminuição da incidência de cânceres de mama, cólon e reto.

 

Pessoas que não praticaram qualquer atividade física no lazer nos últimos três meses, não realizaram esforços físicos intensos no serviço, não vão a pé ou de bicicleta ao local de trabalho e não são responsáveis pela limpeza do lar – os sedentários – corresponderam a quase 30% da população, constituindo o dobro da população fisicamente ativa.

 

Segundo a pesquisa, a caminhada é a opção de 61,1% das mulheres. Embora nos homens a preferência por esta atividade seja alta – 27,9% –, figuram no topo também adeptos do futebol (25,5%) e da musculação (18,8%).

 

A prática da caminhada é mais comum entre os mais idosos. “Com o aumento da idade, aumenta a prática de caminhadas em ambos os sexos e a prática de atividade física torna-se mais relacionada à manutenção da saúde que à recreação”, afirmam Deborah Malta e colegas.

 

Para ler o artigo  on line na íntegra acesse

http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/revista_vol18_n1.pdf#page=8 

 

 

AOS 56 ANOS, NADADORA ATRAVESSA O ATLÂNTICO

 

 

nadadora

 

Uma norte-americana de 56 anos tornou-se nesta semana a primeira mulher a atravessar o Oceano Atlântico a nado. Jennifer Figge, da cidade de Aspen no Estado do Colorado, partiu no dia 12 de janeiro do Cabo Verde, na África. Ela nadou mais de 3 mil quilômetros ao longo de 24 dias. Até chegar em Trinidad e Tobago, no Caribe. Em alguns trechos, ela enfrentou ondas que chegavam a nove metros. Figge nadou dentro de uma estrutura de metal especialmente construída para protegê-la de ataques de tubarões e outras criaturas.

 

A americana nadava, em média, oito horas por dia, acompanhada de um barco. Durante alguns intervalos, os tripulantes do barco forneciam bebidas energéticas à nadadora. A façanha de Figge acontece dez anos após um nadador francês ter feito a primeira travessia transatlântica. Benoit Lecomte cobriu 6,4 mil quilômetros ao longo de 73 dias.

 

FONTE: http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=149532

 

 

 

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