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RETRATOS DA CORAGEM

 

Em novembro se você estiver na estação da Luz do metrô paulista vai poder conhecer a exposição de fotos promovida pela Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (ABRALE) e Associação Brasileira de Talassemia (ABRASTA).

 

Chamada de Retratos da Coragem na verdade ela é o resultado de um concurso dividido em quatro categorias: profissionais da fotografia, público em geral e estudantes de qualquer área, inclusive fotografia, familiares e pacientes de enfermidades onco-hematológicas e talassemia, e profissionais da saúde.

 

 O concurso ‘Retratos da Coragem’ é uma maneira de divulgar o trabalho expressivo, não só de fotógrafos, mas também de profissionais da saúde, pacientes e familiares, de como conviver com as doenças. João Kulcsár, professor da faculdade de fotografia do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), curador da exposição disse que “a fotografia também pode contribuir para a divulgação do tratamento de câncer, que com o concurso atingiu diferentes camadas da população".

 

Além de serem expostas, as imagens vencedoras vão ilustrar a agenda e o calendário da ABRALE, cujo valor da venda é revertido aos projetos e ações das ONGs.

 

LEUCEMIA

No Brasil, é freqüente o diagnóstico tardio de leucemia e linfoma.  Por isso, muitos pacientes ainda são encaminhados para o tratamento dessas doenças em estágios avançados. Como 85% a 90% desses pacientes pertencem ao Sistema Único de Saúde (SUS), a garantia de um suporte hospitalar adequado é um tema que gera muitas discussões. Segundo as estimativas de incidência de câncer no Brasil, publicadas pelo INCA, foram diagnosticados 9.550 novos casos de leucemia em 2006. A leucemia, que é o câncer infantil mais comum, tem 80% de chances de cura se diagnosticada precocemente. Todavia, grande parte desses pacientes iniciou seus tratamentos com suas chances reduzidas a 30%.

 

ABRALE - A Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia é uma Organização Não-Governamental (ONG), sem fins lucrativos. Tem como missão divulgar informações e oferecer suporte a portadores de onco-hematologias (cânceres no sangue), mobilizando parceiros para que o melhor tratamento esteja disponível no país. A associação oferece atendimento psicológico, jurídico e programas educacionais gratuitamente. Informações podem ser obtidas no site www.abrale.org.br ou pelo telefone 0800 773 99 73.

 

TALASSEMIA

A talassemia é uma anemia hereditária que faz com que seu portador produza glóbulos vermelhos menores e com menor capacidade de transportar oxigênio aos tecidos. Para corrigir essa falha, o paciente com talassemia major, forma mais grave da doença, precisa de transfusões de sangue a cada 20 dias, durante toda a vida. Porém, as transfusões contínuas causam no organismo acúmulo de ferro, que precisa ser retirado por meio de um procedimento chamado de terapia quelante

 

ABRASTA- A Associação Brasileira de Talassemia, fundada em 6 de agosto de 1982 por um grupo de pais de portadores de talassemia, é uma entidade beneficente sem fins lucrativos, que tem como missão divulgar informações e oferecer suporte a todos os portadores de talassemia do Brasil, mobilizando parceiros para que o melhor tratamento esteja disponível no país. A associação, que é membro participante da Federação Internacional de Talassemia (TIF) e uma das fundadoras da Alianza Latina, oferece atendimentos psicológico e jurídico e programas educacionais gratuitamente, e promove eventos voltados a pacientes, familiares, médicos e profissionais da saúde. Mais informações no Portal ABRASTA www.abrasta.org.br ou pelo telefone 0800-773-9973 (ligações gratuitas de todo o Brasil).

 

 

dermatologia

 

 

CUIDE DA BELEZA MAS NÃO DESCUIDE DE SUA SAÚDE

 

A insatisfação com a aparência parece ser uma unanimidade entre mulheres e homens no Brasil, tanto que o país é o segundo do mundo que mais realiza procedimentos estéticos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, e o terceiro mercado mundial em cosméticos. A busca desenfreada pela beleza, no entanto, pode trazer riscos. Uma mancha ou alteração cutânea, por exemplo, pode ser sinal de alergia, hanseníase ou até câncer de pele, e somente um dermatologista poderá avaliar a sua gravidade e tratá-la da maneira adequada.

 

Preocupada em orientar a população sobre essa questão, a Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo (SBD RESP) está realizando uma campanha institucional com objetivo de tornar pública a abrangência da atuação dos dermatologistas, que vai desde o tratamento da calvície, acne, micoses, furúnculo, alergias, câncer da pele, hanseníase e doenças sexualmente transmissíveis, até a área estética, como cosmiatria, cirurgia dermatológica, peelings, preenchimentos, aplicação de toxinas botulínicas, fototerapia, laser, etc.

 

Por meio da distribuição de folhetos informativos e da colocação de outdoors nos terminais rodoviários do Tietê e da Barra Funda, em São Paulo, onde passam anualmente cerca de 75 milhões de passageiros, a entidade está mostrando que o dermatologista é a autoridade máxima sobre quaisquer questões que envolvam a pele, cabelos, pêlos e unhas de adultos e crianças.

 

- As manifestações cutâneas podem ser decorrentes de doenças internas, e nesses casos somente o dermatologista tem a necessária expertise para identificá-las e, conforme o caso, encaminhar o paciente para outros especialistas, explica o presidente da SBD RESP, Dr. Dilhermando Calil.

 

Para ele, nos últimos 20 anos houve um rápido crescimento da Dermatologia no Brasil, com destaque para as áreas de cosmiatria e cirurgia dermatológica. “Num país onde a hanseníase bate recordes mundiais de prevalência e o fogo selvagem e a leishmaniose ainda afetam milhares de pessoas, é paradoxal e desconcertante a ênfase que se dá à estética. Por isso, queremos mostrar que a Dermatologia não se resume à área estética, mesmo porque, um problema aparentemente simples pode-se revelar grave e precisar de tratamento médico, não apenas melhorar a aparência”, afirma.

 

Segundo o Dr. Calil, doenças como diabetes, AIDS, deficiências nutricionais, doenças reumatológicas, da tireóide ou do aparelho digestivo e cânceres de órgãos internos podem produzir manifestações características na pele que, quando identificadas pelo dermatologista, contribuem para o seu diagnóstico.

 

Uma das doenças de pele mais graves que pode estar escondida atrás de numa simples pinta é o câncer de pele. ”O dermatologista está apto para detectar precocemente as pintas malignas e diagnosticar o melanoma cutâneo”, diz o médico.

 

CÂNCER DE PELE

Manter a pele bronzeada pode ser sinônimo de beleza, mas nem sempre de saúde. Ao contrário, já que câncer de pele ainda é o mais freqüente entre os tumores que atingem os brasileiros. Para se ter uma idéia, 10% dos paulistanos apresentam a doença, em sua maioria homens.

 

Expor-se ao Sol sem tomar os devidos cuidados pode trazer inúmeros prejuízos à saúde. O câncer de pele proporciona um crescimento descontrolado das células que compõem o tecido, com diversas camadas. De acordo com parte afetada, são constatados diferentes tipos da doença.

Entre os mais comuns estão os carcinomas basocelulares, espinocelulares e o melanoma, mais perigoso deles e que pode levar à morte se não houver diagnóstico e tratamento precoces.

 

“Alguns sinais que podem indicar o aparecimento da doença são o surgimento de pintas pretas ou castanhas que mudam de cor, textura, tornam-se irregular nas bordas e crescem de tamanho, ou manchas e feridas que não cicatrizam, continuam a crescer, causando coceira, crostas, erosões ou sangramento, é hora de procurar um médico”, alerta o Dr. Leonardo Abrucio Neto, dermatologista

 

A SBD RESP também divulgará a campanha em seu website (www.sbd-sp.org.br), que é sempre atualizado com informações sobre o diagnóstico e tratamento das doenças dermatológicas e traz orientação sobre as questões que envolvem a Dermatologia, tanto para o público leigo como para médicos.

 

COMBATE AO CÂNCER

 

Dia  27  de  novembro  é  o  Dia  Nacional  de  Combate  ao  Câncer.  Segundo  dados  do  Inca  (Instituto  Nacional  de  Câncer),  estima-se  que  em  2003  mais  de  400  mil  novos  casos  de  câncer  apareceram  em  todo  País.  Destes,  mais  de  120  mil  pessoas  morreram.

Apesar  do  alto  número  de  óbitos  no  Brasil,  muitas  campanhas  de  prevenção,  exames  de  diagnóstico  e  tratamentos  de  última  geração  têm  salvado  milhares  de  vidas. 

 

O  câncer  é  a  segunda  causa  mais  comum  de  morte  em  países  desenvolvidos  e,  no  ano  2000  foi  responsável  para  12%  de  todas  as  mortes  no  mundo.  Segundo  dados  da  Organização  Mundial  de  Saúde,  mais  de  10  milhões  de  novos  casos  são  diagnosticados  anualmente.

O  câncer  de  mama  é  a  principal  causa  de  morte  por  câncer  entre  as  mulheres  e  a  segunda  maior  causa  de  mortes  no  Brasil,  de  acordo  com  o  Inca. 

 

INICIATIVAS

Preocupada  com  o  problema,  a  Secretaria  Municipal  de  Saúde  do  estado  de Santa Catarina lançou  um  projeto  sem  precedentes  no  Brasil:  a  possibilidade  de  as  mulheres  com  50  anos  realizarem  exames  de  mamografia  no  mês  de  seu  aniversário;  elas  só  devem  procurar  a  rede  pública  de  saúde  munidas  de  documentos  de  identificação.

 

O  projeto  é  uma  iniciativa  inovadora:  de  acordo  com  o  resultado  dos  exames  as  pacientes  serão  encaminhadas  para  o  Hospital  Universitário  de  Santa  Catarina  ou  para  a  Maternidade  Carmela  Dutra,  sem  a  necessidade  de  marcações  rotineiras.  E  elas  ainda  contarão  com  um  acompanhamento  especial  até  2010. 

 

A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama lançaram este mês em todo o país, a campanha Não Aceite a Informação pela Metade. Diversos monumentos serão iluminados de rosa, cor oficial da causa, com o objetivo de alertar as brasileiras para esse tipo de câncer, que atinge mais de 49 mil mulheres anualmente no país, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), sendo que mais de 7,5 mil no Rio de Janeiro, somente este ano.

 
Por isso, é  preciso  promover  a  informação  e  a  educação  das  pessoas.  No  Brasil  70%  dos  tumores  de  mama  são  detectados  em  estado  avançado  e,  como  resultado  disso,  diminuem  as  chances  de  cura.

 

Os  exames  de  mamografia  devem  ser  realizados  a  cada  um  ou  dois  anos  entre  40  e  50  anos  e  anualmente  após  os  50,  e  podem  ser  acompanhados  com  os  de  ultra-sonografia  (para  estudo  complementar)  quando  o  médico  julgar  necessário.

DESCUIDO E VERGONHA PODEM SER FATAIS

Está sendo veiculada uma campanha sobre a importância dos homens se prevenirem contra o câncer de próstata. Vergonha de falar sobre o tema e desinformação levam os homens a descuidar desta doença, cuja incidência cresce rapidamente e tem uma das maiores taxas de incidência e mortalidade, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCa).

À medida que o homem envelhece, aumentam os riscos de desenvolver esta doença. Principalmente, aqueles com história familiar de câncer de próstata devem tomar mais cuidado porque têm o dobro de chances de sofrer a doença.

Se livrar do tumor não é difícil, principalmente se for detectado precocemente. Por isso, a importância de os homens consultarem o urologista anualmente e, a partir dos 45 anos, submeterem-se ao exame de toque retal e teste de sangue para análise da proteína PSA (sigla em inglês de antígeno específico da próstata), produzida na próstata. Segundo a Sociedade Americana de Câncer, o PSA acima de 4 ng/ml é anormal. As células prostáticas cancerosas liberam dez vezes mais PSA do que as normais.

Além dos exames de toque retal e de sangue, há novos métodos de diagnóstico por ressonância magnética. No tratamento, há opções como cirurgia, radioterapia, quimioterapia e uso de hormônios.

OUTRA ALTERNATIVA

Fora isso, segundo estudos da Universidade Johns Hopkins, a vitamina E ou em sua forma gama-tocoferol parece proteger contra o câncer de próstata. Verificou-se que os homens com maior concentração dessa vitamina no sangue tinham um menor risco de tumor na glândula. A gama-tocoferol é antioxidante e encontrada em maior quantidade nos óleos de sementes (como girassol), frutas secas e grãos integrais.

A campanha publicitária vai informar a maioria dos homens sobre este tipo de câncer. Mas, o que ele não sabe é que o câncer de próstata é o mais freqüente nos homens e o segundo maior causador de mortes no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), estima-se que 400 mil pessoas com mais de 45 anos tenham a doença e que a maioria não tenha conhecimento disso.

MÉDICOS CHAMAM A ATENÇÃO

PARA O CÂNCER DE INTESTINO

 

Uma inédita pesquisa piloto realizada pela ABRAPRECI – Associação Brasileira de Prevenção do Câncer do Intestino – liderada pela Dra. Angelita Habr-Gama, e com a participação de numerosa equipe de profissionais da qual faz parte o Dr. Joaquim Gama-Rodrigues, está em fase de desenvolvimento na cidade de Santa Cruz das Palmeiras, interior de São Paulo. Iniciada há 3 anos, com o apoio da Secretaria de Saúde do município, a pesquisa rastreou cerca de 4.000 pessoas, com mais de 45 anos e que não apresentavam qualquer sintoma de doença intestinal. O objetivo era detectar a presença de sangue oculto nas fezes, que poderia identificar um futuro câncer do intestino grosso.

 

Entre os examinados, quase 10% teve resultado positivo para a presença de sangue. O segundo passo do estudo foi encaminhar este percentual de pessoas para a colonoscopia, um exame mais detalhado que detectou 9 casos de câncer do intestino grosso entre os entrevistados.

 

“Com a pesquisa, foi possível detectar 9 casos de câncer, em pessoas assintomáticas, que só tomariam conhecimento da doença após o seu avanço, o que iria diminuir muito as chances de cura”, afirma o Dr. Joaquim Gama, Professor Titular de Cirurgia da Faculdade de Medicina da USP. “É importante destacar, que além de detectar casos da doença, o desenvolvimento da pesquisa consiste em não abandonar as pessoas com diagnóstico de câncer, mas encaminhá-las para o tratamento e acompanhamento adequado”, completa.

 

Os estudos também auxiliam na divulgação de informações sobre a doença e na conscientização de médicos, sobre a importância de solicitar exames preventivos a pacientes com mais de 50 anos.

 

O sucesso da pesquisa já garantiu e estimulou a importação de mais materiais para exames, o que ampliará o estudo para mais 10.000 pessoas do município e de outros projetos. A Dra. Angelita e o Dr. Joaquim Gama, ao lado de toda a diretoria da ABRAPRECI, também estão em negociação

com a Prefeitura Municipal de São Paulo para implantar o mesmo programa em dois bairros da capital paulista.

 

 

SOBRE O CÂNCER COLORRETAL

O câncer de intestino é uma doença praticamente 100% evitável, mas que faz cada vez mais vítimas no Brasil. Em algumas regiões, como no Sudeste, ocupa o 2º lugar em incidências de mortes por câncer, no caso das mulheres, só perdendo para o câncer de mama.

 

Além da identificação precoce da doença, é fundamental a prevenção. Para isso, mudanças no estilo de vida e adesão a hábitos saudáveis fazem toda a diferença. Entre eles, recomenda-se a alteração da dieta, com redução de gorduras, aumento do consumo de fibras, aumento da variedade de vegetais e frutas, limitação do consumo de álcool, eliminação do fumo, controle da obesidade e prática de exercícios físicos com regularidade


PESQUISADORA DÁ UM PASSO NA CURA DO CÂNCER

 

Uma substância presente no veneno de certas serpentes é capaz de impedir o surgimento de metástases, tumores secundários formados pela migração de células cancerosas. A pesquisa foi desenvolvida pela bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq, Thereza Christina Barja-Fidalgo, professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), do Laboratório de Farmacologia Bioquímica e Celular do Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes (IBRAG).

 

Thereza Christina e uma equipe de cientistas comprovaram que proteínas isoladas do veneno de serpentes, as desintegrinas, reduzem a capacidade de ativação e de migração das células cancerígenas.

 

Ao trabalhar com desintegrinas purificadas do veneno de cobras como a Bothrops jararaca, espécie muito comum no Brasil e as serpentes asiáticas Agkistrodon rhodostoma e Trimeresurus flavoviridis, a professora e seu grupo observaram que estas estruturas são capazes de reduzir significativamente a proliferação e a migração de células de um tipo de melanoma, altamente metastásico em camundongos.


"A metástase do melanoma se dá por meio do sangue. Quanto mais vascularizado o órgão, maiores são as chances de as células tumorais proliferarem, atingindo os pulmões, por exemplo", aponta Thereza Christina. Os pesquisadores concluíram que a ação das desintegrinas diminui as chances de formação de novos tumores, além de reduzir a atividade das células do melanoma, inibindo o crescimento acelerado do tumor.

 

AÇÃO BLOQUEADORA

A proliferação e a sobrevivência da célula cancerosa depende da sua capacidade de aderir a outras células e migrar dentro do organismo. Para que isso ocorra, é necessária que ocorra a interação entre as próprias células, que é feita por proteínas da família das integrinas e seus ligantes na matriz extracelular. As integrinas, uma vez reconhecendo seus ligantes, enviam sinais intracelulares que alteram o comportamento das células e influenciam na migração celular, no ciclo e na morte celular.

 

"O veneno das cobras é uma matéria-prima muito cara. Estamos tentando obter fontes mais baratas de desintegrinas, criando bactérias capazes de produzir essas proteínas responsáveis pela ligação seletiva a integrinas, obtendo assim uma fonte barata da substância", afirma Thereza.

 


DESENVOLVIDO TOMATE QUE PODE EVITAR CÂNCER

 

tomate

 

Cientistas britânicos criaram um tomate roxo que, acreditam poderá ajudar a prevenir o Câncer. Ele é rico em um pigmento antioxidante, chamado antocianina – encontrado também na amora, conhecido por ajudar a desacelerar o crescimento de células cancerígenas.

 

O tomate roxo foi desenvolvido ao se incorporar genes da planta boca-de-dragão, rica em antocianina. Adicionados à dieta de ratos canceroso, estes viveram mais do que os outros que não o comeram.

 

Este estudo foi publicado na revista acad~emica Nature Biotechology.

 


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