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LANÇADA CAMPANHA NACIONAL DE COMBATE A DOR

 

Pesquisas da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 30% da população mundial sofrem com dor crônica. No Brasil, esse número chega a quase 60 milhões de pessoas. Desse total, cerca de 50% já apresentam algum tipo de comprometimento de suas atividades rotineiras, o que afeta consideravelmente a qualidade de vida desses indivíduos.

 

Para chamar a atenção sobre esse quadro e conscientizar a população de que é possível viver sem dor com tratamentos adequados, a Sociedade Brasileira de Estudos da Dor (SBED) dá início, em 23 de outubro, à Campanha “A Dor para a vida das pessoas. Pare a dor”. O objetivo da campanha é tornar público esse tema, informando ao público leigo e aos médicos como a dor é tratada de forma equivocada no país. Pesquisas indicam que o Brasil está abaixo da média mundial no consumo de opióides.

 

A Campanha contará com ações de marketing que incluem veiculação em mídia impressa, cartazes em hospitais e clínicas especializadas, programetes em rádios e ações pontuais em espaços públicos das principais capitais brasileiras.

 

A Organização Mundial de Saúde considera a dor como o quinto sinal vital do ser humano, juntamente com a pressão arterial, temperatura, pulso e respiração. “Por isso, a queixa deve sempre ser investigada com muito cuidado e atenção, pois muitas doenças importantes podem dar seu primeiro sinal por meio de uma dor forte”, alerta o presidente da entidade.

 

O QUE É A DOR

Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), a dor se caracteriza como “experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano real ou potencial dos tecidos, ou descrita em termos de tal dano. A dor sempre é subjetiva e cada indivíduo aprende a utilizar este termo por meio de suas experiências”.

 

A dor é um sintoma e uma das causas mais freqüentes da procura por auxílio médico.  Para conhecer o impacto da dor no estado do paciente, criaram-se formas de mensurá-la, com medidas das mais simples às mais complexas. As mais simples consistem em fazer a avaliação por meio de uma escala numérica de 0 a 10 o grau da dor.

 

Mais informações www.sbed.org.br

 

          

AVANÇOS NO TRATAMENTO DE PARKINSON

 

O brasileiro Miguel Nicolelis apresentou na “Science”, a mais renomada publicação de divulgação científica do mundo, sua pesquisa com uma novidade nas possibilidades de tratamento da doença de Parkinson: a implantação de um estimulador na medula espinhal para melhorar o movimento de pacientes. A ideia é mais um avanço no tratamento da doença neurodegenerativa que afeta cerca de 3% da população idosa no Brasil.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1% da população com mais de 65 anos tem a doença. São pelo menos quatro milhões de portadores no mundo e a estimativa é que esse número dobre até 2040, em decorrência do aumento da expectativa de vida da população. A estimativa do Ministério da Saúde é que, no Brasil, pelo menos 200 mil pessoas são portadoras de Parkinson, doença degenerativa do sistema nervoso central com caráter crônico e progressivo.

 

A causa central é uma diminuição na produção de um neurotransmissor chamado de dopamina (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas). A dopamina está presente em vias nervosas que estão relacionadas aos movimentos, postura e ao tônus muscular. O motivo exato pelo qual essa diminuição ocorre ainda é estudado pela comunidade científica.

 

O tratamento mais comum para a doença de Parkinson é o farmacológico, que alivia os sintomas da doença por meios de substâncias que se assemelham à dopamina. Uma das substâncias mais antigas usadas no tratamento é a levodopa, que, apesar de sua inquestionável eficácia no tratamento sintomático da doença, pode desencadear reações bastante limitantes, como alguns movimentos involuntários anormais (discinesias), se for usada por um longo período.

 

Outro grupo de medicamentos mais recente é o dos agonistas dopaminérgicos, como por exemplo, o pramipexol, que tem demonstrado menor incidência de flutuações motoras, oscilações do desempenho motor associadas ao tratamento, em relação ao uso da levodopa isoladamente em longo prazo, assim como da ocorrência de discinesias, movimentos involuntários anormais que afetam principalmente as extremidades, tronco ou mandíbula, e ocorrem como manifestação de um processo de doença subjacente. Os dois medicamentos são fornecidos gratuitamente pela rede pública de saúde. “Conhecer as formas de tratamento e, principalmente, os direitos do paciente para adquiri-los também fazem parte dos objetivos do Mutirão do Parkinson”, afirma Dr. Gisoldi.

 

SOBRE A DOENÇA DE PARKINSON

Ela é uma doença neurológica comumente diagnosticada nos dias atuais. Foi originalmente descrita pelo médico inglês James Parkinson em 1817, no entanto, foi somente no início da década de 60 que pesquisadores conseguiram identificar as alterações patológicas e bioquímicas no cérebro de pacientes, que eram a marca da doença.

 

 

UMA NOVA LUZ PARA OS PACIENTES

COM DEMÊNCIA SENIL

 

Pesquisadores da faculdade de enfermagem Frances Payne Bolton e da faculdade de medicina da Universidade Case Western Reserve, juntamente com o Centro de Pesquisa Geriátrica (GRECC) do Centro Médico Louis Stokes da cidade de Cleveland, o Centro de Pesquisa em Iluminação do Instituto Politécnico Rensselaer e a GE Consumer & Industrial, iniciaram avaliação em uma clínica com ausência de luz natural, para determinar se as novas cores de luz fluorescente desenvolvidas pela GE podem ajudar a regular o ciclo sono-vigília dos pacientes hospitalizados por um longo período.

 

Os pesquisadores colocam à prova sua teoria de que o ciclo sono-vigília pode ser regulado através da luz, ajudando os pacientes que sofrem de males como a demência.

 

Em um estudo-piloto realizado recentemente com cinco pacientes do sexo masculino, todos eles sofrendo de demência senil e internados em uma clínica de tratamento extensivo para idosos, os pesquisadores trocaram as lâmpadas fluorescentes comuns por protótipos de luzes branco-azuladas em uma sala onde a maioria dos pacientes se reunia para comer e realizar atividades diurnas.

 

A equipe de pesquisadores acredita que a exposição à luz branco-azulada, bem como à luz solar, pode ajudar a regular o ciclo de sono-vigília, o qual é um padrão de comportamento relacionado ao clico bioquímico circadiano da melatonina. Estar acordado ou dormindo depende dos níveis desse hormônio no organismo.

Os pesquisadores procuram regular o ciclo de sono-vigília controlando a exposição dos pacientes à luz branco-azulada (vigília) e branco-amarelada (sono). Ao aumentar a exposição à luz branco-azulada durante o dia e à luz branco-amarelada à tarde, os pesquisadores esperam ajudar os pacientes a regular os seus ciclos, de modo que estejam mais acordados durante o dia e durmam melhor à noite.

 

Patricia Higgins, professora associada da Escola de Enfermagem Bolton e uma das líderes da pesquisa, afirma que este projeto pode ser especialmente benéfico para as pessoas que sofrem de demência senil.

 

 

EMPRESAS DO BRASIL E DO CANADÁ DESENVOLVERÃO VACINA CONTRA CÂNCER DE PRÓSTATA

 

Um acordo internacional assinado entre a brasileira FK Biotecnologia S.A. e a canadense ZBX Corporation permitirá o desenvolvimento, pesquisa clínica e comercialização da vacina autóloga FK contra o câncer de próstata.

 

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a doença é o sexto tipo de câncer mais comum do mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de câncer.

 

A aliança tecnológica, firmada no final de setembro, também contemplará outros produtos das duas companhias e terá uma base de atividades sediada no Canadá.

 

De acordo com o presidente e co-fundador da ZBX, DChristopher Plaxton, as empresas já possuíam negócios em conjunto em outras áreas. Ainda este ano, a FK lançará o primeiro de uma série de testes da ZAP T, o hCG - teste rápido de sangue total. Na sequência lançará os Testes Rápidos nas áreas cardíaca, de doenças infecto-contagiosas e oncologia", anunciou Plaxton.

 

expo-de-epidemias

HISTÓRIA DO COMBATE ÀS EPIDEMIAS

 Após grande sucesso em Paris, chega ao Brasil a exposição Epidemik: o Impacto das Epidemias na Sociedade ao Longo dos Séculos. A mostra, que integra o calendário oficial do Ano da França no Brasil, e vai até  24 de novembro, no Centro Cultural da Ação da Cidadania, localizado no bairro da Saúde, no centro do Rio de Janeiro.

 

O objetivo de Epidemik é mostrar, por meio de diversas instalações multimídias, um panorama histórico e científico sobre as principais epidemias mundiais e também sobre o comportamento das populações envolvidas nessas situações de crise.

 

 A exposição também destaca os avanços nas políticas de saúde pública e das descobertas científicas no combate às epidemias. Epidemik foi originalmente montada em Paris, em 2008, na Cité des Sciences et de l'Industrie.

 

O tabuleiro do jogo Capital Saúde é acessível a cadeirantes e permite que 40 visitantes participem por vez. Os jogadores deverão enfrentar situações como a gripe aviária em Cingapura e um fictício ataque biológico terrorista em Nova York. Para a exposição carioca, foi desenvolvido especialmente um programa de prevenção à dengue.

 

Epidemik foi realizado por uma parceria entre o Ministério da Saúde, a Cité des Sciences et de l'Industrie, Sanofi-Aventis e a Fiocruz. Conta com o patrocínio cultural do Ministério da Cultura, e apoio da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, do Instituto Butantã, da Rádio CBN e da Rede Globo.

 

Serviço:
Exposição Epidemik: o impacto das epidemias na sociedade ao longo dos séculos  no Centro Cultural da Ação da Cidadania - Avenida Barão de Tefé 75 (entrada pela rua Coelho E. Castro) - Bairro da Saúde - Rio de Janeiro
É das 8h30 às 19h30 . Entrada franca

 

FONTE: Redação, com Agência Rio de Notícias - do Rio de Janeiro

 

 

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