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  O GRANDE NOME

 

O médico, Jorge Alberto Costa e Silva, ex- diretor da OMS, referência em neurociência do mundo, tomou posse neste mês no Foundation Brain and Creativity Institute de Nova York.

 

A tempo: somente 10 pessoas estão no comando desta Fundação, que atua com pesquisas do cérebro. E o Dr. Jorge é o único latino. Parabéns!

 

 

AVISO À POPULAÇÃO

 

O Ministério da Saúde informa que não envia ou autoriza a remessa de mensagem ou arquivo eletrônico para qualquer cidadão brasileiro por meio da internet. E-mails com este conteúdo devem ser deletados imediatamente. O MS ressalta ainda que qualquer pessoa pode ter acesso a informações, notas técnicas e outros dados sobre a influenza suína em seu site no seguinte endereço:

http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534. A população também pode tirar suas dúvidas através do Disque-Saúde (0800-61-1997), que recebe ligações (de telefone fixo ou celular) de todo país sem custo para o usuário do serviço.

 

 

           

        TESTE REVELA TENDÊNCIA PARA O MAL DE ALZHEIMER

 

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Oxford e pelo Imperial College de Londres mostra que um simples teste para detectar a hiperatividade de uma região do cérebro, que tem importante papel na memória, poderia ser suficiente para descobrir se alguém desenvolverá Mal de Alzheimer. O teste permitiria que o paciente receba o tratamento antes que os primeiros sintomas apareçam.

 

A pesquisa comparou as atividades cerebrais de 36 voluntários, com idade entre 20 e 35 anos, através de um scanner, a metade deles com o gene ApoE4, relacionado com esta doença.

 

Os pesquisadores consideram que os portadores deste gene, ligado, por sua vez, à hiperatividade no hipocampo, têm mais possibilidades de desenvolver a doença do que os que não possuem esse gene.

 

A descoberta poderia ser o primeiro passo no desenvolvimento de um método simples de revelar que pessoas têm mais possibilidades de desenvolver o mal quando ainda são jovens afirma o estudo, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

 

O estudo tomou como base outra pesquisa prévia que demonstrou que as pessoas que possuem uma cópia do gene ApoE4, relacionado com esta doença, tem quatro vezes mais possibilidades de desenvolvê-la.

 

As pessoas que herdam duas cópias deste gene correm dez vezes mais risco, mas os pesquisadores lembram que nem todo aquele que tiver precisa obrigatoriamente desenvolver a doença.

 

FONTE: Redação, com Reuters - de Londres

 

 

PREJUÍZOS PSICOLÓGICOS DO VITILIGO

 

Médicos dermatogistas chamam a atenção para a necessidade oferta de cuidados integrais para os pacientes que sofrem de vitiligo, doença benigna, não contagiosa, na qual, normalmente a pele apresenta manchas brancas que aparecem e desaparecem e cujas causas não estão esclarecidas.

 

De acordo com Lucas Nogueira, professor da Universidade Católica de Brasília, e colegas do Hospital Universitário de Brasília (UNB), a maioria dos pacientes (em torno de 75%) tem uma visão autodepreciativa de sua doença e “este impacto emocional é muitas vezes negligenciado pelo cuidador, influenciando negativamente o prognóstico”. Significa dizer que, para os especialistas, as emoções negativas provocadas pelo transtorno podem contribuir para desencadear ou agravar o quadro.

 

Segundo artigo publicado nos Anais Brasileiros de Dermatologia de janeiro/fevereiro de 2009, o grupo de Brasília interrogou 100 pacientes, na primeira consulta, sobre as emoções que identificavam como provocadas pela presença das machas na pele. O objetivo era, de acordo com o texto, “verificar o efeito do vitiligo sobre as emoções e discutir as últimas descobertas sobre a interação mente/corpo e seu desdobramento sobre a doença”.

 

Os resultados são significativos. Dos pacientes que têm lesão em áreas expostas (não escondidas pelas roupas), 80% mostram mal estar importante comparados aos 37% que apontam muito desconforto, mas que fazem parte daqueles cujas manchas ficam escondidas do público. De forma geral, medo, vergonha, insegurança, tristeza e inibição foram as emoções mais relatadas pelos portadores do vitiligo, contabilizando, respectivamente os percentuais de 71%, 57%, 55%, 55% e 53%.

 

Para os autores, “qualquer doença crônica produz nos seres humanos uma vivência negativa propiciada pela expectativa de sofrimento” e “o vitiligo é um desafio à autoestima”. Eles afirmam, diante dos resultados, que “além de uma orientação científica adequada, o paciente de vitiligo carece de conforto emocional”. Ainda: “a resposta e a adesão ao tratamento e até mesmo a resiliência diante de eventuais falhas terapêuticas dependem da boa relação médico-paciente. Numa época em que dispomos de respeitável terapêutica, torna-se indispensável que o dermatologista se mostre apto a avaliar seu paciente holisticamente”.

 

FONTE: Agência Notisa (science journalism – jornalismo científico)

 

                    

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