fatos
 

 

 

 RESPEITAR OS ANIMAIS É DEVER DE TODOS.
AMÁ-LOS É PRIVILÉGIO DE ALGUNS.

 

A COMPANHIA DE BICHOS,
TORNA NOSSA VIDA MAIS SAUDÁVEL

JUSSARA CÂMARA

 

patricia-bichinhosTer um cão ou gato é altamente benéfico às pessoas. Já foi provado em inúmeras pesquisas que a companhia destes animais previne problemas cardíacos, diminui a pressão sanguínea, os níveis de colesterol e eleva a auto-estima de pacientes. No caso do cachorro, seu dono também ganha com as caminhadas diárias, que auxiliam na recuperação de quem sofreu um infarto.

Famílias que possuem bichos de estimação em casa gastam menos com remédios e com despesas médicas. Fora isso, alguns psicoterapeutas demonstraram que a aquisição de um animal de estimação pode unificar os membros de uma família em conflito.

Eles auxiliam também no tratamento de doenças físicas e mentais. Estudos demonstram que donos de animais estão entre os que sobrevivem mais tempo após um ataque cardíaco, sofrem menos de depressão, de solidão, ansiedade e medo.

O gato pode influenciar o estado de humor das mulheres, mais do que os homens. Elas sofrem menos ansiedade, cansaço e irritação, enquanto eles ficam menos agitados diante do gato.

A falecida psiquiatra Nise da Silveira, grande admiradora dos gatos, utilizava os animais como co-terapeutas no tratamento de seus pacientes mentais. Muitos pacientes psiquiátricos que não falavam nenhuma palavra durante anos, voltaram a se comunicar por meio da terapia com estes animais.

Médicos de vários países como: Estados Unidos, Canadá, Suíça, França, Japão e Inglaterra aceitam e indicam esta técnica, permitindo as suas visitas em hospitais e asilos. E os resultados positivos são vistos não só entre os pacientes como nos profissionais, que se descontraem com a presença dos bichos.

A presença deles estimula também a auto-confiança, em crianças com problemas na escola e idosos que vivem sós, ajudando na reintegração de jovens desajustados, deficientes e idosos à sociedade. Existem estudos para escolas adotarem animais, o que promoveria também a interação das crianças com eles e possibilitaria que eles conhecessem mais sobre os animais e os respeitassem.

Até mesmo doentes terminais com AIDS se sentem mais reconfortados com estes animais, que lhes dão carinho e não têm preconceito. No entanto, isto só acontece quando os animais são respeitados e bem cuidados.

Diante do que foi dito, adotar a terapia com animais pode ser uma economia indireta de recursos públicos praticada pelo governo. Promover a posse responsável de animais, diminuiria também o número de animais abandonados.

 

 

QUEM QUISER ADOTAR

 

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AS PESSOAS QUE MALTRATAM ANIMAIS SÃO INSENSÍVEIS, SÃO PESSOAS QUE NÃO POSSUEM SENTIMENTOS SUPERIORES DE PIEDADE, E ELAS NORMALMENTE SÃO CONHECIDAS COMO PSICOPATAS, COMO SOCIOPATAS. SÃO PESSOAS PERVERSAS, E NORMALMENTE QUANDO PRATICAM UM CRIME, SÃO PESSOAS DE DIFÍCIL RECUPERAÇÃO SOCIAL."
GUIDO PALOMBA – PSIQUIATRA FORENSE

 

Wanda

O CONTRATO ANIMAL
Walda Menezes

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"O homem destrói o próprio lar". Há anos impressionaram-me essas palavras pronunciadas por uma cientista que era entrevistada no programa do Jô Soares. Mostrando a documentação de fatos estudados por ela afirmava que, no caso do homem desaparecer da Terra, não ocorreria nenhum desequilíbrio ecológico. Ao contrário do que acontece quando há super produção ou escassez de qualquer animal por pequeno que seja: o homem não construiu sistema ecológico algum, não faz falta para o equilíbrio do planeta.

Não há dúvidas que isso representa um duro golpe na vaidade do "Rei dos Animais", o manda chuva da natureza se considera herdeiro natural e único do Éden paradisíaco criado por um Deus que, em sua generosidade, acreditou na criatura que inventara.

"Se o homem não for capaz de honrar contrato com os animais, ele poderá seguir o mesmo caminho do dinossauro, tornando-se um fóssil numa era futura..." Assim, Desmond Morris comunicou o resultado de suas observações como convidado, que foi, em 1988, para produzir uma série de programas que discutisse a formulação de uma nova declaração dos direitos dos animais. Viajou pelos cinco continentes, observou os abusos cometidos contra os animais e provocou uma série polêmica, cuja mensagem central era: alertar para o perigo crescente da extinção do homem, incapaz (cada vez mais) de obedecer a ocupação ordenada do planeta por todas as espécies animais.

De suas observações resultou o livro "O contrato Animal" que reforçou – pela comprovação científica dos fatos – o que havia afirmado em "O Macaco Nu", publicado em 1967. Os dois livros editados no Brasil deveriam ser lidos com atenção, não apenas pelos que amam a natureza, mas por todos que zelam pelo que já foi um rico paraíso terrestre. E hoje é destruído por motivos torpes – ganância, crueldade, comércio de exploração, nenhum deles justificativa para dizimar espécies inteiras.

O que, em última análise, torna mais triste, inóspita e desértica a Terra – nossa herança natural e, na verdade, a única que recebemos do passado. E que os movimentos ecológicos muitas vezes ridicularizados, não são suficientemente apoiados para salvá-la.

 

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