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FÓRUM INTERNACIONAL DEBATE O AUMENTO DA LONGEVIDADE NO BRASIL E NO MUNDO


Especialistas de diversas áreas do conhecimento se reuniram em São Paulo para apresentar e debater dados novos sobre o aumento da expectativa de vida das pessoas no Brasil e no mundo. O III Fórum da Longevidade abordou questões fundamentais que envolvem a longevidade saudável como: longevidade no Brasil e no Mundo; Novas fronteiras que mudam o mundo; qual o futuro que vamos construir?

Estas questões foram colocadas diante da realidade de que  o grupo que mais cresce no Brasil é o da população com mais de 80 anos. Estima-se que, em 2020, o Brasil terá 30 milhões de pessoas acima dos 60 anos e, em 2050 esse número poderá chegar a quase 65 milhões, o que corresponderá a 24% da população do país.

Os palestrantes convidados pela Bradesco Vida e Previdência para tratar de longevidade e planejamento do futuro foram: Lowell Catlett, professor de Economia na Universidade do Estado do Novo México, dos Estados Unidos mostrou que o aumento da longevidade exige das pessoas cada vez mais planejamento financeiro. “Hoje as pessoas vivem no espaço dos sonhos, elas podem fazer escolhas e comprar o que desejam. Mas para isso tem de investir cada vez mais em planejamento”.

Mário Sergio Cortella, filósofo, doutor em Educação e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) também ressaltou a necessidade da parceria para se construir esse futuro que temos pela frente. “Temos de pensar com seriedade como vamos viver nossos anos a mais e que obra queremos deixar para o mundo”. Ele tratou da delicada questão acerca do legado que vamos deixar para as próximas gerações.

O outro palestrante foi José Carlos Libânio, cientista social, ex-coordenador da ONU e ex-dirigente do Greenpeace e do WWF
 falou da relação entre longevidade, saúde, felicidade e dinheiro mundo afora. Ele abordou o tema que envolvem jovens e idosos brasileiros - quem depende de quem?


Libânio. Será o coordenador da Pesquisa Nacional sobre Longevidade 2008/2009, a ser realizada em parceria com o Instituto Data Popular e lançada durante o Fórum pela Bradesco Vida e Previdência.


ADIADA II CONFERÊNCIA NACIONAL

DE DIREITOS DA PESSOA IDOSA


A Associação Nacional de Membros do Ministério Público de Defesa dos Direitos dos Idosos e Pessoas com Deficiência – AMPID, que tem como um de seus objetivos o respeito absoluto e incondicional aos valores políticos e jurídicos de um Estado Democrático de Direito, vem a público manifestar-se contra o ADIAMENTO DA II CONFÊNCIA NACIONAL DE DIREITOS DA PESSOA IDOSA, que seria realizada entre os dias 28 a 30 de outubro passado, na cidade de Brasília.

A AMPID tomou conhecimento que a II Conferência Nacional de Direitos da Pessoa Idosa havia sido adiada para março de 2009, pela Secretaria Especial de Direitos Humanos(SEDH), motivada pela impossibilidade da presença do Presidente da República e do Ministro Vanucchi na abertura, o que empanaria o brilho do evento; não ter sido finalizado o Pacto Nacional do Envelhecimento; a renúncia do presidente do CNDI e a desarticulação da secretaria executiva do idoso com a saída de vários funcionários que impossibilitaram o fechamento e consolidação dos documentos dos Estados.

Esclarecemos que tanto a AMPID como todos os integrantes da sociedade civil, conselheiros do CNDI, presentes à reunião no dia de ontem, colocaram-se a disposição para auxiliar na realização dos trabalhos visando garantir a realização da Conferência, sem sucesso: a SEDH já havia tomado sua decisão e buscou no CNDI apoio para o adiamento. Os Conselheiros, com muito amadurecimento, no entanto, perceberam-se manipulados e não votaram a questão, deixando para a SEDH o desgaste da decisão.

Realmente o adiamento desta conferência, de suma importância, é fato extremamente preocupante, ainda mais frente às argumentações expostas acima. Demonstra, mais uma vez, o desrespeito, o descaso e a falta absoluta de prioridade com o segmento idoso.

Como pode um órgão de governo, que diz defender os direitos humanos, possa ter adiado uma conferência tão importante por falta de agenda, por falta de estrutura, etc. que vem sendo preparada com tanto tempo de antecedência? Como explicar aos milhares de conselheiros deste País, estaduais e municipais, aos militantes da causa, às associações e aos idosos, que com certeza já tinham feito todos os seus planos e esforços, suas conferências locais e regionais, para se fazerem presentes à conferência nacional, faltando apenas 28 dias para a sua realização?

A AMPID em nome de Maria Aparecida Gugel, Presidente-Subprocuradora-Geral do Trabalho, Iadya Gama Maio, Vice-Presidente- Promotora de Justiça assinaram uma nota de repúdio ao ADIAMENTO DA II CONFÊNCIA NACIONAL DE DIREITOS DA PESSOA IDOSA, determinada pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos-SEDH.

Assinaram também conselhos, conselheiros, delegados, delegadas, ongs, orgãos públicos, professores de instituições públicas e privadas, pessoas fisicas e jurídicas dando apoio a esta nota pública.

CARTILHA DE PROCEDIMENTOS BANCÁRIOS
PARA A PESSOA IDOSA

cartilhaA UnATI.Uerj acaba de lançar a primeira Cartilha de Procedimentos Bancários Para a Pessoa Idosa. Idealizada pela Assistente Social Sandra Rabello de Frias – Coordenadora de Projetos de Extensão da UnATI.Uerj a Cartilha tem o objetivo de democratizar informações que facilitem o cotidiano da pessoa idosa nas instituições bancárias, além de estimular o bom  relacionamento com as mesmas, define Sandra Rabello. 

O material informativo traz todos os esclarecimentos necessários quanto aos procedimentos bancários para a adesão de contratos, produtos, e serviços; a utilização de caixa eletrônico, cartão magnético, cédulas,

SERVIÇO:
Os interessados podem adquirir a Cartilha, gratuitamente, direto na UnATI.Uerj, ou baixá-la pelo nosso site www.unati.uerj.br. Mais informações pelos fones 2587.7121/ 7236. 

IDOSO GANHA INDENIZAÇÃO POR DANO MATERIAL E MORAL

A Defensoria Pública do Distrito Federal conseguiu indenização por dano material e moral provocado pelo Banco Votorantim S.A. ao idoso J.M.B, de 63 anos.

A ação indenizatória foi proposta em março de 2008 em razão da conduta negligente da multinacional, que realizou empréstimo pessoal em nome do aposentado sem o consentimento, verbal ou escrito e autorizou os débitos das parcelas nos proventos da aposentadoria do idoso.

Em fevereiro de 2006, o aposentado J.M.B. consultou seu extrato bancário e percebeu os descontos. Nos últimos dois anos, procurou o Banco Votorantim S.A. diversas vezes para solucinar o problema. No entanto, o Banco não prestou os devidos esclarecimentos e nem mesmo providenciou o ressarcimento dos valores indevidamente debitados.

A Juíza de Direito da 2ª Vara Cível de Taguatinga, Sandra Cristina de Lira, sentenciou favoravelmente ao idoso e determinou a restituição de R$ 794,78 (setecentos e noventa e quatro reais e setenta e oito centavos), a título de danos materiais, e R$ 6.000,00 (seis mil reais) por danos morais.

DOCUMENTOS ROUBADOS TEM GRATUIDADE

A Lei 3.051/98 dá o direito ao cidadão de, em caso de roubo ou furto, mediante à apresentação do Boletim de Ocorrência, gratuidade na emissão da segunda via de documentos tais como:

Habilitação (que custaria R$ 42,97);

Identidade (R$ 32,65);

Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11)..

Para conseguir a gratuidade, basta levar a uma cópia (não  precisa ser
autenticada) do BO- Boletim de Ocorrência e o original ao Detran
(Habilitação e Licenciamento) e outra cópia a um posto do IFP. O registro é para nos beneficiar.

CONTRATOS TERÃO QUE TER LETRA TAMANHO 12

Objetivo é tornar a leitura mais fácil para os consumidores.
A edição do Diário Oficial desta terça-feira (23) traz publicada uma lei que obriga os fornecedores de produtos e serviços a redigir contratos com letras de tamanho 12, no mínimo. O objetivo da medida é facilitar a leitura e entendimento dos contratos fornecidos pelas empresas aos clientes.
No entanto, a nova lei especifica somente o tamanho, não determinando que tipo de letra o fornecedor deve usar no contrato.

O projeto, aprovado em junho pelo Congresso, é de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) e modifica o Código do Direito do Consumidor, que, apesar de já exigir que os caracteres fossem redigidos de forma legível, não estipulava um padrão mínimo de medida tipográfica a ser observado. A lei foi assinada pelo presidente em exercício, José Alencar, nesta segunda-feira (22).

Com a publicação, os consumidores  podem exigir a apresentação dos contratos com letras com corpo 12 entrou em vigor no dia 23 de setembro passado.


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