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QUALIDADE DE VIDA SEUS DETERMINANTES

E SUA INFLUÊNCIA SOBRE A SEGURIDADE SOCIAL

 

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou neste mês, o Comunicado da Presidência nº 33: Qualidade de vida,  Seus Determinantes e Sua Influência sobre a Seguridade Social.

 

Este Comunicado analisa os hábitos da vida moderna, juntamente com precárias condições de trabalho, que levam à queda na qualidade de vida e como esses determinantes influenciam na seguridade social, por meio, principalmente, da emissão de benefícios como auxílio-doença e aposentadoria por invalidez.

 

A pesquisa inédita do Ipea usou como fonte de dados a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), o IBGE (PNAD), o Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS/Dataprev) e o Ministério da Saúde (MS/Datasus). 

 

A OMS mostrou que as doenças crônicas, como as cardiovasculares, o diabete, a obesidade, o câncer e as doenças respiratórias, representam cerca de 60% do total de mortes por ano, em todo o mundo. A expansão das doenças crônicas reflete os processos de industrialização, urbanismo, desenvolvimento econômico e "globalização alimentar", que acarretam na alteração das dietas alimentares; no aumento dos hábitos sedentários e crescimento do consumo de tabaco.

 

Segundo o documento, o atual sistema de previdência resulta da situação na qual o cidadão tem baixa qualidade de vida e, consequentemente, se apóia precocemente no sistema de seguridade social, que tende a ter um gasto superior ao ideal. O estudo sugere que se busquem alternativas de melhoria da qualidade de vida do cidadão.

  

tratamento 

 

TRATAMENTO DE DOENÇAS DA VELHICE

DEVE COMEÇAR AINDA NA JUVENTUDE

 

O psiquiatra Ricardo Brasil Martins chamou a atenção para a necessidade da divulgação de cuidados médicos preventivos a partir do início da idade adulta, principalmente para as pessoas com mais de 60 anos, durante o 2º Congresso Brasileiro sobre Saúde e Aposentadoria.

 

Ele alertou que o processo de envelhecimento tem que começar a ser acompanhado cedo, desde o início da idade adulta, pois uma série de funções do organismo começa a mudar, favorecendo o aparecimento de doenças. O médico reconheceu que o governo começa a se preocupar com a questão da saúde dos idosos, uma vez que a prevenção ainda é pouco explorada.

 

Segundo Brasil Martins, o mais comum é as pessoas procurarem o médico quando já estão doentes, por isso a cura fica mais difícil. A previsão é de agravamento do quadro atual a partir de 2025, quando haverá aumento sensível da população idosa no Brasil e no mundo. Ele defendeu a criação de políticas estratégicas de saúde para melhorar a qualidade de vida dessa faixa da população. 

 

Os idosos no Brasil são portadores de pelo menos uma doença crônica e a maioria usa regularmente pelo menos um medicamento. Entre os aposentados, um em cada três apresenta algum distúrbio psiquiátrico.

 

De acordo com o médico, os serviços de saúde, da forma como estão estruturados, não estão preparados para atender sequer a demanda atual.

 

Na sua opinião, é necessário também melhorar a qualificação médica, além de promover um processo de entrosamento entre as diversas especialidades com vista a melhorar a saúde do idoso.

 

O idoso precisa receber orientação nutricional diferenciada, conforme Martins. É freqüente esse público sofrer de doenças apenas aparentes, que na verdade são efeitos colaterais pelo uso excessivo de remédios, sobrecarregando o organismo.

 

A descalcificação óssea é um dos processos mais perigosos para o idoso, disse o médico. Os ossos ficam esponjosos, facilitando a ocorrência de fraturas, sendo a mais grave a do fêmur. Quando isso acontece, metade dos pacientes morre no espaço de um ano.

 

Para Brasil Martins, a aposentadoria tem que ser entendida como nova fase de reprogramação da vida do cidadão, devendo envolver necessariamente uma rotina de hábitos saudáveis e o acompanhamento da saúde.

 

Ricardo Brasil Martins trabalha no Hospital São Vicente, em Taguatinga, o único centro existente no Distrito Federal que faz atendimento de emergência a pacientes com distúrbios psiquiátricos.

 

FONTE: Redação, com ABr - de Brasília

  

 

DESENVOLVIDO SUPLEMENTO PARA COMPENSAR

PERDAS DEPOIS DOS 60

Nos sabores chocolate, baunilha e morango, foi desenvolvido um produto pela Universidade de Viçosa, MG que é composto por soja, proteína animal, fibras, vitaminas, baixo teor de gordura, sódio e minerais, principalmente o cálcio.

Já testado com sucesso em camundongos, este suplemento alimentar será agora testado com idosos entre 65 e 75 anos. A dosagem a ser tomada é de 30 gramas diárias, ou seja, 3 colheres de sopa. Aguardemos seu lançamento no mercado.


 

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