A CIDADE DO AMERICAN DREAM
ALEXANDRE COUTINHO

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Há muito considerada a capital mundial do entretenimento, Las Vegas sintetiza, sobretudo, os sonhos da maioria dos americanos de classe média: divertir-se dia e noite, comer e beber, jogar nos cassinos e fazer compras, tudo isto concentrado em centros que recriam as cidades que mais gostariam de visitar.

 

Em que outro lugar, se teria a oportunidade de "ver" Paris, Veneza, Nova Iorque, o Cairo, Marrakech, um castelo medieval ou uma batalha de piratas em poucas horas?

 

Em Las Vegas, a cidade que nunca dorme, se joga ininterruptamente 24 horas por dia nas suas centenas de Slot Machines, mesas de Baccara, Blackjack, dados, pôquer, roleta e salas de apostas desportivas - Sports Book (corridas de cavalos, basebol, futebol americano, boxe, entre outros).

 

Basicamente, a vida em Las Vegas está organizada ao longo da sua maior avenida: Las Vegas Boulevard, ou mais conhecida como The Strip, onde se localizam os principais hotéis: o Mirage Hotel and Casino, foi o primeiro mega-resort construção em Las Vegas (3000 quartos), dotado de uma verdadeira floresta tropical - abriga um "Secret Garden" que recria o habitat de algumas espécies de animais em vias de extinção, como os tigres reais brancos de Timbavati - com um vulcão artificial que cospe fumo e fogo a 30 metros de altura, de 15 em 15 minutos. Possui, igualmente, um aquário com tubarão, raias e peixes tropicais.

 

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Ao lado, na Ilha do Tesouro (Treasure Island) uma tripulçaão de piratas defende-se com valentia de um ataque de marinheiros ingleses, ambos a bordo de veleiros do século XVII armados com canhões e decorados a rigor.

 

fachada-hotel-VenezaAtravesse para o outro lado da rua e chegamos a Veneza. No Venetian Resort-Hotel Casino, a Ponte de Rialto tem escadas rolantes e o Palácio dos Doges serve de porta de entrada para as lojas do Grand Canal, onde o visitante encontra uma recriação dos canais de Veneza e, até da Praça de S. Marcos! As gôndolas deslizam suavemente ao som do Sole Mio num perfeito cenário de cinema (coisa, alás em que os americanos são peritos), mas com a água cristalina e um fundo azul de piscina.

Quem quiser recuar até ao tempo dos romanos, tem o Caesar's Palace e o seu Forum comercial, mas os que apreciam uma Itália com mais requinte, podem dar um salto ao Bellagio - considerado o hotel mais caro de Las Vegas -, com as suas lojas de marca e um magnífico bailado de águas, luz e som, no lago exterior.

 

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E já que estamos na "Europa", que tal uma visita a Paris, com uma subida na Torre Eiffel (164 metros, um pouco mais de metade dos 300 metros da verdadeira), ao edifício da Opera ao Arco do Triunfo do Hotel Paris Las Vegas.

 

 

 

 

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O Excalibur pretende reconstruir o magnífico castelo de Camelot, com o Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda envolvidos num torneio a cavalo, disputado durante um banquete medieval onde os comensais comem com as suas próprias mãos!

 

Mais realista, o Luxor apostou na construção de uma pirâmide negra quase do tamanho da Grande Pirâmide de Queóps e de uma Esfinge em tamanho natural, que serve de entrada principal ao casino. A pirâmidede aloja centenas de quartos e acolhe no seu interior divertimentos, lojas, cinemas e restaurantes.

 

A dois passos, no estremo Sul da "Strip", o Mandalay Bay distingue-se pela qualidade e originalidade dos seus restaurantes - o russo Red Square, com o seu balcão de gelo e 170 tipos diferentes de vodka; o afro-latino Rumjungle, com as suas 150 variedades de rum; o mexicano Border Grill, com a suas muitas tequilas; e o nova-iorquino Aureole, com a sua torre computorizada de 12 metros, que oferece uma seleção de 1200 vinhos.

 

Por fim, os mais emblemáticos estereotipo da cultura norte-americana estão reunidos nos 19 arranha-céus do New York, New York - que apresenta uma verdadeira montanha russa, réplicas da estatua da Liberdade e da ponte de Brooklin e um Time Square. O MGM Grand - o maior hotel do mundo, com 5034 quartos!

 

Ao fim do dia, recomenda-se uma subida Stratosphere, uma torre com 350 metros de altura, o mais alto restaurante rotativo do mundo e um magnífico panorama de todo este "American Dream". Na verdade, as fantasias, os reflexos e os efeitos de luz adquirem toda a sua beleza ao cair da noite. Os bares, casinos e restaurantes estão cheios, os espetáculos vão começar e as discotecas preparam-se para abrir as suas portas.

 

Texto: Alexandre Coutinho

 

Nota da redação: Isolada no meio do deserto de Nevada, à beira do Grand Canyon, Las Vegas foi criada pelo o empresário Bugsy Siegel, que, em 1946, construiu o maior e mais caro hotel da época, o Flamingo.

 

 

PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU

LEVA VISITANTES DE VOLTA AO PASSADO

 

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Para marcar os 70 anos de existência do Parque Nacional do Iguaçu, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) desenvolveu um projeto de resgate da memória que conseguiu reunir 4 mil imagens antigas das Cataratas e região, formando um valoroso acervo fotográfico que ficará exposto ao público no Espaço Porto Canoas.

Além de fotos, o projeto "Memória das Cataratas" coletou depoimentos de gente que viveu, trabalhou, pesquisou, explorou e visitou a área do Parque Nacional do Iguaçu antes mesmo de sua criação, em 10 de janeiro de 1939.

 

As histórias estão compiladas no livro Meu vizinho, o Parque Nacional do Iguaçu, do jornalista e ambientalista Marcos Sá Corrêa, lançado no dia 10 de janeiro passado.


As recordações e imagens obtidas pelo projeto "Memória das Cataratas" remetem a tempos em que os visitantes circulavam livremente pelo Parque Nacional do Iguaçu, aventurando-se destemidamente em meio à vegetação nativa e desafiando a correnteza do Rio Iguaçu. Sem as passarelas e trilhas existentes atualmente, que permitem a visitação às Cataratas com absoluta segurança, há fotografias de famílias inteiras banhando-se nas águas do Iguaçu e caminhando pelas rochas que formam os saltos.

"O projeto foi muito além das nossas expectativas com uma adesão surpreendente das pessoas que vivem há mais tempo na região. Conseguimos reunir fotografias do início dos anos 1930. E terminamos por descobrir que, antes de se tornar Parque Nacional, as Cataratas eram uma espécie de balneário dos moradores de Foz do Iguaçu, que se reuniam nos finais de semana para almoçar e faziam questão de fotografar a Garganta do Diabo do alto, correndo riscos enormes só para obter o melhor ângulo", conta Jorge Pegoraro, chefe do Parque Nacional do Iguaçu.


O PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU

Conhecido mundialmente pela beleza das Cataratas do Iguaçu, o Parque Nacional do Iguaçu é tombado como patrimônio natural da humanidade pela Unesco. Localizado na região Oeste do Paraná, possui 185 mil hectares de formação de Floresta Estacional Semidecídua, com manchas de Formações Pioneiras Aluviais e Obrófila Mista, todas integrantes do bioma Mata Atlântica.

Visitado anualmente por mais de um milhão de turistas, abriga centenas de milhares de espécies silvestres da fauna e da flora, algumas raras e ameaçadas de extinção, como a onça-pintada e o palmito-juçara. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão criado em 2007 para gerir as unidades de conservação federais do pais.

A exploração turística do Parque Nacional do Iguaçu, realizada em parceria com a iniciativa privada, por meio de concessões públicas, é considerada referência nacional pelo Ministério do Meio Ambiente, que em 2009 adotará o mesmo modelo de gestão nas unidades de conservação de Abrolhos (BA) e Fernando de Noronha (PE). O PNI é o parque nacional mais visitado do Brasil.

 

 

O DIA DE SÃO SEBASTIÃO

 

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No dia 20 de janeiro, comemora-se o dia de São Sebastião (250-286 DC), o Santo Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro e de centenas de outras pelo mundo. Os primeiros navegantes que aqui chegaram, invariavelmente traziam uma imagem do Santo, aludindo o jovem rei Sebastião de Portugal, desaparecido na batalha de Alcácer-Quibir. A tradição oral diz que o Santo

 

 

ajudou Estácio de Sá, fundador de São Sebastião do Rio de Janeiro, a expulsar os franceses, que queriam invadir a cidade e saqueá-la, não livrando contudo nosso herói fundador, de morrer por uma flecha envenenada.

Nascido em Narbona, na Gália, São Sebastião foi centurião romano no tempo de Dioclesiano, que o condenou a servir de alvo aos arqueiros do exército, por ter exortado dois amigos a permanecerem fiéis à fé cristã.

 

Irene (Santa), que o levara a enterrar, percebendo-lhe ainda vida, tratou seus ferimentos e o curou. Sarado, apresentou-se ao Imperador, que o condenou à morte, desta vez a pauladas. Foi sepultado nas Catacumbas.

 

É a partir do século XIV, que São Sebastião é representado da forma que o conhecemos hoje, como jovem paladino, semelhante aos heróis legendários, mais apropriado à função que exercia na corte do Imperador Romano.


A imagem de São Sebastião, trazida de Portugal por Mem de Sá, Governador Geral do Brasil e tio de Estácio de Sá, se encontra na Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro, sob a guarda dos padres capuchinhos, assim como o marco de Fundação da Cidade e os despojos de seu fundador."

 

 

EM MEIO À CRISE, BRASILEIROS

E NORTE-AMERICANOS DEIXAM DE VIAJAR


De acordo com a pesquisa CNT/Sensus, 75,4% dos brasileiros afirmaram que não vão viajar nessas férias, ante 22,8% que responderam o contrário. Neste último grupo, a escolha é por passeios mais baratos e os dados que comprovam isso são os que mostram que 50% vão viajar de carro e 52,4%, para a praia.

Para se ter uma idéia, apenas 7,2% responderam que irão viajar de avião, enquanto outros 3,5% disseram que a viagem será para o exterior. A maior parte dos que vão viajar respondeu que irá ficar na casa de parentes (52,9%), enquanto apenas 23,9% arriscarão gastar mais e ficar em um hotel.

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 12 de dezembro, em 136 municípios nas cinco regiões brasileiras, com 2 mil pessoas. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. Do total da população pesquisada, 28,7% responderam que já foram pessoalmente atingidos pela crise e mais da metade (50,5%) disse que não foram atingidos.

EUA
Nos Estados Unidos, uma pesquisa realizada pelo Pew Research Center revelou que 60% dos norte-americanos estão mudando a maneira de guardar dinheiro ou de investir, por causa da crise, montante superior ao registrado há dois meses, quando a resposta foi dada por 48% dos entrevistados.

Além disso, foi possível observar que 73% dos norte-americanos irão cortar gastos com as férias e 62%, com as viagens, devido à crise financeira internacional. De acordo com os dados, os norte-americanos continuam fazendo uma avaliação bastante fria sobre as condições da economia, tanto em relação à situação nacional quanto em relação ao seu próprio orçamento.

A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 7 de dezembro, com 1.498 adultos, por telefone.

 

Fonte:Flávia Furlan Nunes Pew Research Center/ Consumidor RS.com.br

 

 

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