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UM LUGAR LINDO PARA SE IR

 

Existe um lugar no Brasil, que deve ser visitado: a cidade de Domingos Martins, localizada no alto da serra Capixaba, no município chamado de Campinho. Ela está distante 42 quilômetros de Vitória, 440 do Rio de Janeiro e 874 de São Paulo.

 

Conhecida como a Cidade do Verde pela exuberante vegetação da Mata Atlântica, a cidade de Domingos Martins durante a Segunda Guerra Mundial muitos dos descendentes de alemães foram perseguidos e se afastaram para bairros mais distantes criando várias vilas. Nestas vilas percebem-se suas típicas construções, sua culinária e nas festas folclóricas os costumes germânicos. Algumas destas vilas, como a Melgaço, falam além do alemão um dialeto, que só seus habitantes entendem.

 

Mas, a região foi colonizada também por italianos, existindo algumas fazendas típicas italianas, onde se pode tomar cafés e até assistir à missa numa igrejinha cinqüentenária junto com a colônia.

 

 

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Tanto a culinária alemã como a italiana marcam forte presença em Domingos Martins possibilitando uma verdadeira viagem gastronômica pelos restaurantes da cidade e nas Casas de café colonial, que oferecem uma diversidade de bolos tortas biscoitos, pães e geléias produzidas pelos próprios moradores.

 

Na parte norte do município de Domingos Martins e a 50 quilômetros da sede, fica o distrito de Pedra Azul. Ele tem este nome devido à sua formação geográfica central, que é uma enorme rocha granítica que se eleva a quase 500 metros de altura.

 

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Sobre ela formou-se uma espécie de líquen que, ao refletir a luz do sol, dá um tom azulado à Pedra. Não só azulado, mas dependendo da hora do dia, pode ser amarelado, avermelhado, acinzentado.

 

Um lugar que não se pode deixar de visitar é o Parque Estadual da Pedra Azul, criado para proteger um conjunto de valores naturais, onde se destaca a Pedra do Lagarto, de formação de granito e gnaisse a 1.822 metros de altura, unida à Pedra Azul. As trilhas lá existentes permitem a contemplação de áreas de Mata Atlântica, passando por mirantes e piscinas naturais.

 

Mas, o mais importante é que a criação deste Parque possibilitou a proteção de sua flora e fauna, que é muito diversificada possuindo diversas espécies tais como: macaco-prego, tatu, tamanduá-de-colete, jaguatirica tucano, veado-catingueiro, mão-pelada, trinca-ferro sabiá além de animais ameaçados de extinção como o sagüi-da-serra a onça-pintada e o barbado.

 

 

 

Outro passeio recomendado é ao Orquidário Kautsky  Pico Eldorado. É uma área de Reserva Permanente de Proteção à Natureza (RPPN). São 100 mil espécies diferentes de orquídeas algumas raras. Do alto do Pico do Eldorado tem-se uma visão panorâmica da região. Inesquecível!

 

Como é uma região montanhosa, Domingos Martins abriga dezenas de cachoeiras cada uma mais bela do que a outra, ficando difícil citá-las.

 

COMO CHEGAR A DOMINGOS MARTINS:

Via Aérea: o Aeroporto de Vitória – capital do estado, que recebe vôos diários da maioria das capitais do país.

 

Via Rodoviária: Domingos Martins fica a apenas 42 km de Vitória, seguindo pela BR-262 no sentido Vitória - Belo Horizonte. A outra via de acesso à cidade é a BR-101.

 

Mas, a partir do ano que vem , o grande atrativo será conhecer Domingos Martinsde trem. O Trem das Montanhas terá sua viagem inaugural de 2 horas em 23 de janeiro. Não sabemos ainda os preços a serem cobrado e nem os pacotes com passeios a serem feitos.

 

Maiores Informações:
www.cnm.org.br
www.domingosmartins.es.gov.br
www.rotasdoes.com.br
www.ferias.tur.br/informacoes/1861/domingos-martins-es.html
http://compassaportenamao.blogspot.com/2008/06/conhecendo-domingos-martins_16.html
www.institutokautsky.org.br/srs_orquidario.html
Fotos reprodução.

MOVIMENTE-SE NAS VIAGENS LONGAS

Viagens de avião, ônibus, carro ou trem podem provocar bem mais do que cansaço extremo. Permanecer durante horas seguidas na mesma posição pode levar ao aparecimento súbito de trombose venosa profunda (TVP) nos membros inferiores, com grandes possibilidades de complicações graves. Uma delas é o tromboembolismo pulmonar, alerta o presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro (SBACV-RJ), Ivanésio Merlo.


Para ele, permanecer sentado por um longo período de tempo, com pernas encolhidas, quase sem movimentação das pernas - muitas vezes sob sedativos e com a respiração restrita pela própria posição - pode favorecer a estase sanguínea e a consequente coagulação do sangue dentro da veia:

- Nas veias profundas os sintomas que mais chamam atenção são o edema e a dor, normalmente restritos a uma só perna. As dores podem se localizar na panturrilha, com inchação da perna e do pé. Entretanto, a TVP pode ser silenciosa, assintomática e mesmo assim produzir êmbolos para o pulmão desencadeando a embolia pulmonar, que pode ser fata. 

A trombose em veias superficiais, chamada de tromboflebite, raramente provoca complicações mais sérias, uma vez que, na maioria dos casos, as veias atingidas podem ser retiradas com cirurgia. No entanto, quando a trombose ocorre em veias profundas é preciso muito cuidado e atenção imediata devido à sua potencial gravidade.

 

 

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NOVO MUSEU DA IMAGEM E DO SOM NO RJ


É do escritório nova iorquino Diller Scofidio e Renfro o projeto que ganhou o concurso do Museu da Imagem e do Som no Rio de Janeiro, que será implantado na orla de Copa, no lugar da antiga boate HELP. Sua inspiração vem dos desenhos do calçadão, de uma forma vertical, através das rampas e escadas de acesso aos andares, com jardins suspensos. As obras levarão dois anos e meio, após a demolição.

 

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A fachada em vidro contrasta com o aspecto de grande muralha, formado pelos prédios da Av. Atlântica. Esta estrutura permite se observar a praia a partir de vários pontos.

 

Além de salas de exposições permanentes e temporárias, o prédio terá um café e um cinema ao ar livre no terraço, um restaurante panorâmico no terceiro piso, um piano bar no segundo, além do auditório no subsolo, que também pode ser visto do térreo.

 

O projeto está orçado em R$ 65 milhões, dos quais R$ 13 milhões já foram depositados em juízo para a desapropriação do terreno de 1.600 metros quadrados ocupado desde a década de 1980 pela discoteca Help.

 

 

O FREVO GANHA ESPAÇO NO RECIFE

 

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O Recife terá um espaço dedicado à celebração e valorização do frevo, manifestação cultural que  é um dos principais ícones da identidade pernambucana.

 

O edifício de arquitetura eclética que vai abrigar o Paço do Frevo fica no Bairro do Recife e faz parte do complexo turístico das cidades do Recife e de Olinda, tombado pelo IPHAN desde 1998. Até 1973, nele funcionava a sede da Western Telegraph Company.

 

Com quatro pavimentos e 1.733m², o imóvel terá suas fachadas restauradas e a adaptação dos seus espaços internos. E sua museografia assinada pela artista Bia Lessa. 

 

No térreo, haverá um bar e uma loja integrados; uma biblioteca; sala de consulta; e sala de exposições temporárias, entre outras áreas administrativas. A idéia é estimular o aprendizado do frevo, de sua história, música e dança e promover ações educativas, com a realização de oficinas, exposições e apresentações especiais.

 

 O primeiro pavimento será dedicado à música. Nele, haverá salas de ensaio e um estúdio de gravação. O segundo será exclusivo para dança, com salas de aula e ensaio; e oficinas de figurino e de cenário. No último andar, o público terá a oportunidade de conferir uma exposição permanente; assistir a espetáculos de música, dança e vídeos sobre o frevo.

 

O projeto, orçado em R$ 8,7 milhões, é uma iniciativa da Prefeitura de Recife, com realização da Fundação Roberto Marinho; patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da em Empresa de Turismo do Governo de Pernambuco; e apoio do Grupo Camargo Correa, da Celpe – Grupo Neoenergia – e do Ministério da Cultura e Lei de Incentivo à Cultura. 

 

O FREVO

O Frevo surgiu no Recife há mais de 100 anos. Seu nome vem de “ferver, fervura” e resume bem o entusiasmo e a paixão de seus dançarinos. Derivado da uma gama de ritmos que vão desde o schottisch austríaco e da polca até o dobrado e a marcha, foi inicialmente chamado "marcha nortista" ou "marcha pernambucana" e nos primórdios trazia capoeiristas à frente do cortejo. Até as sombrinhas coloridas, usadas nos passos de dança, seria uma estilização das utilizadas inicialmente como armas de defesa dos passistas.

 

O gênero musical se divide em três tipos: frevo de rua, instrumental e feito pra dançar, que ainda se subdivide em frevo de abafo, frevo-coqueiro e frevo-ventania; frevo canção, versão cantada que já foi interpretada por grandes nomes da música; e frevo de bloco, executado por orquestra de pau e cordas e chamado pelos compositores mais tradicionais de "marcha-de-bloco" – suas letras e melodias geralmente trazem um misto de saudação e evocação. Dois de seus mais conhecidos compositores são Nelson (Heráclito Alves) Ferreira (1902-1976) e Capiba (Lourenço da Fonseca Barbosa, 1904-1997).

Crédito do fotógrafo: Paulo Lopes

 

 

 

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