ASSALTOS EM AEROPORTOS

 

O número de assaltos em aeroportos tem aumentado significativamente nos últimos tempos. Os alvos preferidos dos assaltantes são executivos - por portarem celulares e notebooks – e turistas, que geralmente vão ou voltam de seus destinos de viagem com um número maior de bagagens.
Para evitar e se proteger contra assaltos em aeroportos, o GRUPO GR, que atua há 18 anos nas áreas de Segurança em Condomínios, Empresas e Indústrias, traz algumas informações úteis:

 

- Não leve grande quantidade de dinheiro, apenas o necessário para os gastos com a viagem e carregue-o com você;

 

- Procure ser discreto, evitando deixar à mostra o conteúdo das bagagens;

- Fique atento quando for utilizar os sanitários – tente ir acompanhado para que a outra pessoa tome conta da bagagem de mão;

 

- Peça informações somente nos balcões de informações;

 

- Verifique se não está sendo seguido – existem registros de pessoas que foram assaltadas na chegada ao seu destino (residência, trabalho, evento, etc) após serem seguidas;

 

- Evite ostentar jóias e relógios caros;

 

- Mantenha sua bolsa sempre firme entre o braço e o corpo;

 

- Nas praças de alimentação não abandone seus pertences. Se precisar levantar leve-os junto ou deixe aos cuidados de alguém de sua confiança;

 

- Ao sacar dinheiro no caixa eletrônico guarde-o com cuidado em local discreto e não o conte em público;

 

- Ao sair do caixa eletrônico certifique-se de que não está sendo seguido;

- Os celulares ainda são um dos alvos preferidos, por isso, evite deixá-los sobre mesas ou balcões;

 

- No estacionamento, não deixe seus documentos no porta-luvas. Evite também de deixar amostra embrulhos, pastas e bolsas no carro.

 

FONTE: GRUPO GR.

 

 

VIAGENS DE AVIÃO E DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

 

O período de férias sempre é momento propício para as viagens mais longas. Com tantos detalhes para se preocupar, a saúde acaba esquecida e muitos pacientes viajam sem tomar as devidas precauções.

 

Para quem vai fazer viagens longas, especialmente de avião, todo cuidado é pouco para não levar um susto durante o vôo. Estudos realizados em diversos países atestam que a qualidade do ar dentro dos aviões é geralmente inadequada e favorece o aparecimento ou agravamento de diversos males.

 

“Apesar de pequeno, existe risco de transmissão de doenças virais pelo sistema de ventilação dos aviões. Em épocas de epidemia como a de gripe, pacientes com doenças respiratórias crônicas devem ter precaução e procurar seu médico antes de viajar” afirma o Dr. Igor Bastos Polonio, membro da diretoria da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia e médico assistente da Clínica de Pneumologia da Santa Casa de São Paulo.

 

Aliados à má condição atmosférica nas alturas, estão a baixa umidade relativa do ar, efeitos do ressecamento causado pelos potentes ar-condicionados. Isso acontece porque, ao passar pelas turbinas, o ar é elevado a altas temperaturas para depois ser resfriado e transferido para dentro da aeronave.

 

O médico explica que o risco é maior para quem já sofre de doenças respiratórias, que fica sujeito à crise de asma, rinite ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), dependendo do mal que o acomete.

 

“Aqueles pacientes que dependem de oxigênio domiciliar devem aumentá-lo de 1 a 2 L/minuto durante o vôo, para manter a saturação de oxigênio maior ou igual a 92 %. Em alguns casos específicos, pode ser importante que o paciente tenha consigo um oxímetro portátil, que permite controlar os níveis de oxigênio, que variam conforme a pressurização da cabine”.

 

Nestes casos, a tripulação deve ser avisada e os medicamentos, tanto de manutenção como de emergência, mantidos ao alcance durante todo o trajeto. “Para isso, a orientação prévia de um pneumologista é imprescindível, inclusive para saber como proceder em uma emergência”, alerta.

 

Jamais tome remédios sem indicação médica, mesmo na tentativa de reduzir o mal-estar. Diuréticos e bebidas alcoólicas, por exemplo, podem potencializar os problemas.

 

PRINCIPAIS PROBLEMAS DURANTE O VÔO

Bastam poucos minutos dentro do avião para os pacientes mais sensíveis comecem a sentir o ressecamento de mucosas como olhos e nariz, irritação, inflamação local e sede. Além do ar seco, as temperaturas costumam ser baixas, visto que o ar externo chega a – 80ºC.

 

Juntando tudo isso, passageiros ficam mais suscetíveis a infecções locais como faringite, amigdalite, sinusite e pneumonia.

 

Outro problema que traz desconforto especialmente ao doente pulmonar é a hipoxemia, causada pela pressão interna nas cabines, que leva ao baixo índice de oxigênio no sangue, em níveis muito parecidos aos observados em grandes altitudes. Os pacientes que já utilizam oxigênio domiciliar devem aumentá-lo durante a viagem e aqueles que têm risco de desenvolver hipoxemia podem necessitar de oxigênio suplementar durante a viagem. Para isso é de fundamental importância a orientação de um médico.

 

Em casos extremos, o longo período de tempo em que o passageiro permanece imóvel pode favorecer trombose venosa e o tromboembolismo pulmonar. Nesta situação, formam-se coágulos que podem de desprender e atingir os pulmões por meio da corrente sanguínea, causando embolia pulmonar e oferecendo risco de morte. Para viagens de longa duração é importante que as pessoas se movimentem frequentemente e também o uso de meias elásticas de média compressão, o que pode prevenir tromboembolismo pulmonar.

 

Outro quadro possível é o pneumotórax, principalmente naqueles pacientes que apresentam doenças císticas pulmonares e bolhas de enfisema no pulmão. Devido à diminuição da pressão dos gases dentro da cabine, eles expandem dentro de cistos e bolhas pulmonares, podendo levar ao rompimento e vazamento de ar para dentro da caixa torácica, o que leva ao quadro de pneumotórax, que pode ser fatal.

 

De qualquer forma, não existe razão para que os indivíduos que sofrem de doenças respiratórias, como a asma, desistam de viajar de avião. Basta que os riscos sejam minimizados com prevenção e tratamento antes, durante e depois das viagens.

 

 

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