SUGESTÕES DE LIVROS

 

O MUNDO NÃO TEM SÓ COISAS PERIGOSAS,
SÉRIAS E COMPLICADAS, MAS MUITAS COISAS
ENGRAÇADAS  E MARAVILHOSAS...
PARA QUEM SOUBER OLHAR DIREITO
E ABRIR SEU CORAÇÃO PARA ELAS
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LYA LUFT

O SILÊNCIO DOS AMANTES

 

A escritora Lya Luft retorna à ficção com este livro e mais uma vez nos surpreende com histórias ligadas por alguns de seus temas prediletos desde os primeiros livros: a incomunicabilidade e o silêncio entre pessoas que se amam ou deviam se amar, os conflitos familiares, a busca de um sentido da vida, rancores, incompreensão, mas também magia e amor nos relacionamentos.

 

Um casal supera as dores do passado e encontra um novo caminho bastante singular; a rotina não permite enxergar o drama de quem está ao nosso lado; a mágoa e a revolta explodem numa libertação violenta; o preconceito em relação ao diferente pode ser mortal; a superficialidade impede de viver um verdadeiro amor; a morte revela o valor da vida: todos somos tocados pelo mistério.

 

Com coragem e delicadeza, Lya Luft nos provoca a vermos sob um novo prisma o nosso cotidiano, pressentindo a imprevisibilidade, que o torna mais rico. "Ser humano, com toda a miséria e grandeza que isso significa, não é apenas precisar de amparo e consolo, mas também enxergar, abaixo da superfície e atrás das paredes, novas possibilidades de viver e se relacionar." - completa a autora.

 

Foi com este livro O Silêncio dos Amantes, que ela recebeu o prêmio Recordista Prata, agora em dezembro, dado pela própria editora Record, pela venda de mais 100 mil exemplares.

 

 

 

LIVRO REVELA PONTOS COMUNS

DAS CRISES CAPITALISTAS

EDUARDO FONSECA

 

Para o professor do Departamento de História da USP, Osvaldo Coggiola, nada melhor do que estudar as grandes crises capitalistas do passado para entender o que acontece no mundo presente. Em seu livro, As Grandes Depressões: 1873-1896 e 1929-1939 (Ed. Alameda), ele analisa as crises como tendo "fases sucessivas" comuns.

 Para ele, mesmo que o mundo tenha mudado, alguns pontos estruturais não se alteraram. Assim, recorrendo a uma leitura marxista, o professor identifica as crises capitalistas não como algo isolado, referente ora ao capital especulativo, ora à superprodução ou ainda à falta de regulamentação do setor financeiro, mas originárias do conflito de interesses existentes entre diversas instâncias. Dentro desse viés, o crédito é visto como um acelerador dessas contradições que, mais cedo ou mais tarde, levam o sistema a uma erupção.

Como consequência dessas contradições, Coggiola aponta, com certa preocupação, os desdobramentos das duas grandes crises do modo de produção capitalista anteriores. Segundo afirma, a primeira grande depressão capitalista (1873-1896) teve como resultante uma "agressão sem precedentes contra povos e países coloniais".

 

Já a segunda maior depressão (1929-1939) teve como resolução uma conflagração bélica mundial. "Que outro seja nosso destino", conclui, "que o estudo e assimilação das experiências passadas seja-nos útil para que os horrores do passado fiquem, também, no passado. E para que a crise atual seja superada, não pela barbárie bélica ou colonial, mas pela emergência de uma nova sociedade, baseada na propriedade social, no poder dos trabalhadores e na solidariedade dos povos de todo o mundo".

 

  

VICTOR MEIRELLES -NOVAS LEITURAS

 

A Editora Stúdio Nobel, em arceria com o museu Victor Meirelles, lançaram a obra completa de um dos maiores artistas brasileiros.

 Victor Meirelles de Lima nasceu em Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, em 18 de agosto de 1832, filho do imigrante português Antônio Meirelles de Lima e da brasileira Maria da Conceição.

 

Pintor, desenhista e professor, começou sua trajetória precocemente, realizando paisagens da cidade. Frequentou a Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro e aos vinte anos, conquistou o Prêmio Especial de Viagem à Europa.

 

De 1853 a 1861, viveu primeiro na Itália e em seguida na França, onde dedicou-se ao estudo e ao trabalho. Foi professor honorário da Academia Imperial de Belas Artes, onde ensinou pintura histórica e professor do Liceu de Artes e Ofícios, no Rio de Janeiro.

 

Autor de quadros históricos, retratos, panoramas e da mais popular das telas brasileiras, "Primeira Missa no Brasil", exposta no Salão de Paris em 1861, Victor Meirelles deixou um extraordinário acervo, minuciosos esboços, estudos em papel e óleos sobre tela.

 

O artista faleceu no Rio de Janeiro em 22 de fevereiro de 1903.

 

Hoje existe o  Museu Victor Meirelles, uma unidade vinculada ao Instituto Brasileiro de Museus do Ministério da Cultura e está instalado desde 1952 na casa onde o artista nasceu no Centro de Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, no Brasil.

 

Victor Meirelles -Novas Leituras é da Ed. Studio Nobel e Museu Victor Meirelles tem 234 páginas e custa R$ 69,00.

 

 

 

NASCIDOS PARA COMPRAR

 

Nos últimos tempos, há alguns "ensaios" na legislação brasileira para tentar limitar a ação da propaganda na vida das crianças e adolescentes no Brasil. Isso não é uma novidade no mundo, que pensa em estratégias para diminuir a ação e o apelo das propagandas no mundo infanto-juvenil, com o objetivo de reduzir o convite ao consumo.

 Para ajudar ou até promover uma discussão sobre o assunto, a Editora Gente traz o livro, "Nascidos para Comprar" de Juliet B. Schor, economista e socióloga que abordou um tema que há muito preocupa pais, educadores, religiosos e psicólogos: o efeito dos comerciais de televisão nas crianças. A tese defendida pela autora é a de que há uma espécie de "complô" da indústria de marketing a serviço das corporações americanas para ganhar, a qualquer custo, os corações e mentes dos pequenos consumidores do país, através da propaganda dirigida maciça, veiculada pelos canais de tv.

 

"As empresas de propaganda, o mercado e os publicitários de produtos de consumo têm se voltado para as crianças. Embora elas tenham uma longa participação no mercado consumidor, até recentemente eram pequenos agentes, ou compradoras de produtos baratos", afirma o livro, explicando que, até então, as compras e o processo de escolha do que comprar era comandado, principalmente, pela mãe.

 

"Isso se alterou", segundo a autora. "Hoje em dia, crianças e adolescentes são o epicentro da cultura de consumo americana. Exigem atenção, criatividade e dólares dos anunciantes. Suas preferências direcionam as tendências de mercado. Suas opiniões modelam decisões estratégicas corporativas", garante ela.

 

O hábito de assistir televisão durante muitas horas resultou em uma exposição sem precedentes aos comerciais, diz Juliet Schor, contando que foi a experiência com a filha que chamou sua atenção para a "comercialização da infância" nas famílias americanas e que pode se enquadrado como exemplo de conduta no Brasil. "As crianças americanas são as que mostram mais afinidade com as marcas", diz ela, "a ponto de ficarem "presas" às marcas dos produtos".

 

Ao mesmo tempo, continua a autora, aumentaram as evidências de angústia entre as crianças. Cresceram também as taxas de obesidade, os diagnósticos de distúrbios de déficit de atenção e daqueles relacionados à hiperatividade e "um número recorde de crianças está ingerindo medicamentos para ajudá-las a encontrar autocontrole e foco. Irritação, provocação e atos violentos intencionais e gratuitos são comuns em escolas", afirma.

 

"Nascidos para Comprar" é um livro O livro que disseca a lógica da propaganda procurando tirar conclusões a partir de duas pesquisas primárias: uma investigação qualitativa sobre anúncios e comerciais para crianças e uma avaliação do impacto da cultura do consumo nas crianças, com reflexos em sentimentos como depressão, autoestima, ansiedade e qualidade da relação com os pais.

 

Nascidos para comprar , de Juliet B. Schor, Tradutora: Heloisa Helena de Souza Cabral, Editora Gente, com 344 páginas, custa R$ 59,90.

 

COMPORTAMENTO - Tudo é possível aos 50?    (BR Press) - "Perder o medo desta década e se redescobrir é a chave para a felicidade de muitas mulheres´, afirma a psicanalista Dorli Kamkhagi, repercutindo ideias discutidas no Congresso Internacional de Geriatria-Gerontologia, que aconteceu este ano, em Paris.

 

 

VAMOS FALAR DE SEXO?

 

Sexo é um assunto repleto de dúvidas e curiosidades. Muitas delas podem ser fonte de um melhor conhecimento e prazer entre os parceiros.

 

Pensando nisso, o autor Paulo Tadeu criou "Vamos falar de sexo? - 100 perguntas para iniciar conversas picantes", que é um Livro em forma de caixinha. Dentro da caixa, 100 cartas, cada uma com uma pergunta. Por exemplo: "Você já se machucou fazendo sexo?";  "Alguém já lhe propôs pagamento para ter sexo com você?" ou "Qual é a celebridade com quem você faria sexo sem pensar duas vezes?"

  

"Eu já havia feito alguns outros livros em forma de caixinha, com perguntas" - revela o autor. "Mas eram sempre com temas variados. Achei que valia a pena fazer uma obra com um tema específico. Creio que as pessoas vão se divertir muito com essa ideia" - completa ele.

Trechos

 Vamos falar de sexo? 100 cartas é da editora Matrix e custa R$ 24,90

 

 

NOSSA SERENIDADE NÃO DEPENDE DAS SITUAÇÕES,
MAS DE NOSSA REAÇÃO DIANTE DELAS.  


COMO VIRAR BUDA EM CINCO SEMANAS:

O CAMINHO MAIS CURTO PARA A SERENIDADE

 

 

buda Com mais de 200 mil exemplares vendidos em todo o mundo, Como virar Buda em cinco semanas é uma obra profunda e divertida que mostra, pelo viés da psicologia, os preceitos da doutrina budista para alcançar a plenitude.

 Os ensinamentos de Buda são transmitidos de geração a geração há mais de 2.500 anos e contam com milhões de adeptos em todo o mundo. Embora muitas obras tratem o budismo como doutrina religiosa, Giulio Cesare Giacobbe, escritor e psicólogo, mostra de maneira simples e sintética os preceitos de Sidarta Gautama, independentemente de crenças e filosofias. Para ele, todo ser humano pode se tornar um Buda através de técnicas que ajudam a eliminar o sofrimento e viver em estado de constante paz interior e serenidade, independentemente de sua religião.

 

De acordo com o autor, Giulio Cesare Giacobbe,  Buda é aquele que conquistou a serenidade e a mantém em qualquer situação. De maneira simples e original, Giacobbe explica ensinamentos que podem ser praticados por qualquer um.

 

“O ensinamento de Buda era um método psicológico. Um método capaz de eliminar o sofrimento e, portanto, de nos tornar capazes de viver constantemente em estado de serenidade”, diz o autor.

 

Como virar Buda em cinco semanas (Come Diventare un Buddha in Cinque Settimane), de Giulio Cesare Giacobbe, Tradução de Carlota M. Xavier, Editora BestSeller  tem 144 páginas e custa R$19,90

 

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