AGENDA DA TERESA FAZOLO

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cariocando

 

 

EXPOSIÇÃO CARIOCANDO DE PAULO KAIR

 

Mostra fotografias do artista paulistano Paulo Kair, que percorreu a cidade do Rio de Janeiro registrando o que o carioca ela tem. Com curadoria de Marco Antonio Teobaldo, a mostra apresenta 65 imagens divididas em três temas: cena, movimento e cores. A coleção de olhares sobre o Rio pode ser visitada até 27 de fevereiro no Espaço Furnas Cultural, em Botafogo. A imagem da página principal também é dele.

 

Espaço Furnas Cultural fica na  Rua Real Grandeza, 219 – Botafogo – Rio de Janeiro. Dias e horários: Terças às sextas-feiras – 14h às 18h / Sábados, domingos e feriados – 14h às 19h. Entrada franca.

 

A EXPOSIÇÃO “DESCOBRINDO UM MUNDO DE IMAGENS”

 

sony

As fotos dos vencedores e finalistas da edição 2008 do Sony World Photography Awards estão sendo exibidas na galeria do Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro. A exposição é parte de uma turnê global que teve início no BOZAR Centre for Fine Arts, em Bruxelas,  em junho de 2008.

 

Esta coleção de fotos vencedoras foi selecionada pela Academia Mundial de Fotografia, formada atualmente por cerca de 100 das principais personalidades deste  segmento. As ganhadoras foram escolhidas entre mais de 70.000 imagens enviadas de 178 países.

 

Galeria do Centro Cultural Justiça Federal, Rio de Janeiro, fica na Av. Rio Branco, 241 – Centro, Horário de funcionamento: terça a domingo - das 12h00 às 19h00. Entrada gratuita

 

 

INTEMPÉRIE - FENÔMENOS ESTÉTICOS DA MUDANÇA CLIMÁTICA E DA ANTÁRTIDA

 

oifuturoA Oi Futuro apresenta esta exposição, que reúne, em duas partes, obras contemporâneas que pesquisam a Antártida e a cor branca. Artistas de vários países estiveram na Antártida, o continente gelado, e produziram obras a respeito. São vídeo-instalações de Simon Faithfull (Inglaterra), Andrea Juan, Jorge e Lucy Orta (Argentina), Mireya e Mercedes Masó (Espanha), Lutz Fritsch, Frank Halbig (Alemanha), Guido van der Werve (Holanda), Thomas Mulcaire (África do Sul), Phil Dadson (Nova Zelândia) e Adriana Groisman (USA), e quatro fotografias do brasileiro Caio Reisewitz, no formato de 1mx1m cada.  A cor branca é discutida através das obras de Zalinda Cartaxo, Márcio Botner, Marcos Abreu, Vicente de Mello, Paulo Climachauska e Tina Velho. Curadoria: Alfons Hug e Alberto Saraiva

 

Oi Futuro  fica Rua Dois de Dezembro, 63 – Níveis 2, 4 e 5- Flamengo

De terça a domingo, das 11h às 20h.  Entrada franca. Vai até  1º de março.

 

EXPOSIÇÃO 4/QUATRO

 

levindo

 

4 mestres da fotografia que são: Levindo Carneiro, Walter Carvalho, Walter Firmo E Zeca Araújo expõem seus belos trabalhos no Sesc Copacabana. Curadoria: Monica Botkay

 

4/Quatro.  Está no Espaço SESC – SESC Copacabana até 1º de Março

 

MÚSICA:

O  Centro  Cultural  Banco  do  Brasil  Rio  de  Janeiro  inicia o mês de fevereiro  ao  som  da  série  musical Relendo o Choro. A proposta é reinventar o gênero musical criado há mais  de  150 anos nas ruas da Lapa carioca. Nos roteiros das atrações, o público  vai  reconhecer  acordes de obras-primas de Pixinguinha, Radamés Gnattali,  Jacob  do  Bandolim, Bonfiglio de Oliveira, Zequinha de Abreu, Ernesto Nazareth, Garoto e Waldir Azevedo.

 

TEATRO:

A atriz Cleyde  Yáconis  é  a  protagonista  do  espetáculo  O Caminho para Meca, baseado  na  vida  da  escultora  sul-africana Helen Martins.  O texto de autoria do sul-africano Athol Fugard, um dos dramaturgos mais importantes da  língua  inglesa  na  atualidade,  ganha vida com a direção de Yara de Novaes  e  conta  também com a participação da atriz Lucia Romano (Prêmio Shell 2007).

 

Centro Cultural Banco do Brasil fica na Rua Primeiro de Março, 66 Centro - Rio de Janeiro - Aberto para o público de terça a domingo, das 10h às 21h

 

 

CINEMA:

 

leitor

 

 

leitor

O LEITOR (The Reader ou Der Vorleser), filme de Stephen Daldry que estréia hoje nos cinemas, é uma colcha de retalhos que, não fossem habilmente costurados, poderia resultar num filme pretensioso e frustrante. Ao mesclar na mesma trama sentimentos e conceitos diversos – como culpa, honestidade, paixão, orgulho, vergonha, justiça, - o filme viaja pela alma humana, provocando emoção e fazendo refletir sobre crenças já estabelecidas. E nas quais, frequentemente, as pessoas preferem não mexer.

 


Kate Winslet está soberba no papel da mulher solitária, embrutecida, que vive uma vidinha medíocre, num ambiente árido e triste. O ator alemão David Kross (Ralph Fiennes jovem) encarna igualmente com profunda sinceridade o adolescente reprimido que desabrocha para o amor – e para a dor – nos braços da mulher 20 anos mais velha, que carrega um passado pelo qual é cobrada anos mais tarde. A Alemanha olha para si mesma e tenta digerir os fatos de sua história recente, marcada pelo Nazismo.


O filme viaja por cinco décadas e os flashbacks – tão adotados pelos diretores ultimamente – podem, por vezes, cansar, mas não chegam a quebrar o ritmo nem a tensão da história desses dois amantes que, de 1958 a 1995, alterna paixão, raiva, angústia, compaixão, amizade, compreensão e respeito. Se há um excesso de nudez, as atuações não são nunca exageradas. Há uma contenção que deixa, ao final, um gosto amargo, como temos ao perceber que nada podemos fazer por aquele amigo que está irremediavelmente marcado em sua alma por cicatrizes invisíveis.


Um belo e contundente filme, para se ver, ouvir e pensar. E até para ir em busca do livro (de Bernhard Schlink) que o originou, passando de espectador a leitor.

 

Duração: 124 minutos – classificação: 16 anos (nudez e sexo )

 

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