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UM ARTISTA COMPLETO

 

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Carlos-EstevaoO chargista, ilustrador e caricaturista Carlos Estêvão de Souza nasceu no dia 16 de setembro de 1921 no Recife. Faleceu no dia 14 de julho de 1972, em Belo Horizonte.

 

Nunca teve aulas de desenho ou pintura. Na Secretaria de Agricultura, Indústria e Comércio, fez seus primeiros trabalhos como desenhista da seção de arquitetura. Ao servir ao Exército, interrompeu o trabalho. Ao dar baixa, ingressou nos Diários Associados, em 1948, onde, com textos de Vão Gôgo, desenha a tira do contador de histórias Ignorabus, que tinha textos de Vão Gôgo (Millôr Fernandes).  

 

 

Em seguida, foi para a revista O Cruzeiro, onde fez caricaturas, ilustrações, página de charges com seu nome e séries. As aparências enganam, Perguntas inocentes, As duas faces do homem, Palavras que consolam e outras.  

 

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Desenhava também, interinamente, O Amigo da Onça, quando seu criador – o também pernambucano Péricles Maranhão – atrasava. Com a morte do amigo, na virada de 1961 para 1962, Estevão acabou herdando o Am

 

A maior parte de sua obra foi publicada na Revista O CRUZEIRO, do fim da década de 40 até sua morte. A revista foi uma das mais importantes publicações brasileiras, e durou quase 50 anos. A primeira edição foi em 1928 e a última em 1975.

 

Fonte: http://www.memoriaviva.com.br/carlosestevao/des031.htm

 

 

GERAÇÕES SE ENCONTRAM NAS SALAS DE AULAS

 

Chega ao fim mais uma etapa do projeto História da Gente, realizado desde 2003 pela Fundação Palavra Mágica, com o patrocínio do Santander e Gráfica São Francisco e apoio das Secretarias Municipal e Estadual da Educação e do Espaço Aberto à Terceira Idade do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ribeirão Preto.

 

O projeto História da Gente estimula as várias gerações a repensar a questão da preservação da memória e seu próprio papel e importância na vida do município. A partir de livros infantis que falam sobre a história de Ribeirão Preto e de depoimentos dos moradores mais antigos da cidade, os alunos nas escolas passam a conhecer e respeitar a história da cidade e sentirem orgulho de viver nesta cidade paulista que fica a 320 km da capital.

 

O objetivo também é de cidadania que propõe uma reflexão sobre valores importantes para a comunidade, a começar pela preservação da sua própria história.  

 

Esta ação recebeu o Prêmio Cultura Viva do Ministério da Cultura e já beneficiou mais de 11 mil crianças e idosos da cidade –buscando resgatar e valorizar o papel dos cidadãos da terceira idade na sociedade. 

 

 

 

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