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 A OCTOGENÁRIA BONEQUINHA DE LUXO

 

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Nascida Audrey Kathleen Ruston no dia 04 de maio de 1929, na capital belga, era a única filha do banqueiro britânico- escocês Joseph Anthony Ruston e da baronesa holandesa Ella van Heemstra, descendente de reis ingleses efranceses). Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, ela se tornou Audrey Hepburn-Ruston.

 

Apesar desta garota "alta, ossuda, de pés excessivamente grandes” não ter qualidades físicas, na época, para se tornar uma estrela, Audrey, soube usar os seus "defeitos" como seus dons e conquistar o mundo com seu lindo rosto, sua elegância e seus profundos olhos castanhos. E este foi seu grande trunfo no lindo rosto: Audrey transmitia grandes sentimentos, apenas com o olhar.

 

Mas, o papel que ela sempre será lembrada é do filme Bonequinha de luxo (Breakfast at Tiffany's, 1961) como Holly Golightly, a prostituta que sonhava em se casar com um milionário. Segundo o estilista Givenchy, que era incumbido de vestí-la, Audrey era um ideal de elegância e uma inspiração para o trabalho dele. E ela foi sua modelo maior em todas as aparições públicas.

 

 

audrey

 

Audrey ganhou o Oscar em 1954 no filme A princesa e o Plebeu, (Roman Holiday, 1953), em que contracenava com Gregory Peck. Este ator foi quem lhe apresentou ao seu primeiro marido, o ator Mel Ferrer, com quem casou em 1960 e teve um filho, Sean. Divorciou-se em 1968 e voltou a casar com o médico Andrea Dotti, de quem teve outro filho, Luca. O ator holandês Robbie Wolders foi o seu último companheiro.

 

Ela se tornou um dos poucos artistas a conseguir ganhar as maiores honras de cada arte em Hollywood, como o prêmio Tony de teatro, o Oscar do cinema, o Grammy da Música  em 1993 pelo Melhor álbum de histórias para crianças por Audrey Hepburn's Enchanted Tales (póstumo). E o Emmy da televisão, no mesmo ano, pela Melhor performance individual num programa informativo por Gardens of the World (póstumo).

 

Na década de 80, Audrey Hepburn tornou-se Embaixadora da Boa Vontade ao serviço da UNICEF, cargo que ocupou até à sua morte. Durante todo o tempo que serviu esta causa, viajou incessantemente por zonas pobres e devastadas, realizando um trabalho admirável na Etiópia e na Somália.

 

Em 1991, lhe foi diagnosticado um cancer no cólon. Em 1992, a doença impediu-a de receber, pessoalmente, o mais alto premio da sua carreira, o SAG, que lhe foi atribuído pelo conjunto da sua obra. Morreu em 20 de janeiro de 1993, mas continua lembrada pelo seu estilo simples e charmoso, que era sinônimo de feminilidade

 

 

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